/GRANDE CARIBE


Les Maxel's, de Guadalupe, na origem do cadence-lypso


por Fernando Rosa

Les Maxel's, de Guadalupe, é uma das principais referências para o surgimento e desenvolvimento da cadence-lypso no Caribe. O grupo surgiu em meio ao movimento musical que produziu um grande número de orquestras na ilha e na região, entre 1964 e 1967. Na origem, Les Maxel's eram os irmãos Datil, Labor, Jack Brackmort, Fred GatiBelza e Jean Benoit, estudantes do ensino médio na Maison des Jeunes et de la Culture.

Na base musical do grupo estavam gêneros como o beguine, a soul music, o jazz e o guaranco, além da música francesa mais tradicional. As influências, segundo diversos textos sobre o grupo, eram artistas Wes Montgomery, Kenny Burrell, Barney Kassel e Cannonball Adderley, entre outros. Em 1968, o grupo grava seu primeiro disco, abrindo uma série que chegou a mais de uma dezena de álbuns ao longo da carreira.



A partir de então, depois de ampliar seu público em Guadalupe e nas ilhas vizinhas, o grupo chega à França onde realiza vários shows em Paris e outras cidades. Após a morte de alguns de seus integrantes, e de um período de separação, Les Maxel's retomou as atividades sob o comando de seu antigo líder e guitarrista Max Labor", segundo Philippe Pilotin, historiador da música caribenha. Les Maxel's pode ser ouvido na coletânea "Antilles Cherrie - Compa/Cadence" e nas plataformas digitais.






/Matéria


Introdução à história do rock latino-americano


por Fernando Rosa

A história do rock sulamericano não difere muito da registrada nas demais partes do mundo, apesar de ter suas particularidades e curiosidades, a começar pela suas primeiras e principais influências. A primeira delas deve-se ao fato da totalidade de seus países, exceto o Brasil, falar espanhol, o que fez com o rock mexicano tivesse um peso inicial maior em sua formação.

Outras diferenças estão no campo social e político, especialmente, por conta das sucessivas ditaduras e golpes militares que se abateram sobre o continente sul-americano nas décadas de sessenta e setenta, com reflexos sobre as manifestações culturais em geral e sobre o rock em particular, resultando em repressão, censura e, mesmo, perseguição aos músicos.

Nascido nos Estados Unidos, o rock dos anos cinqüenta foi “traduzido” do outro lado da fronteira, por grupos como Los Teens Tops, Los Locos del Ritmo, Los Holigans e Los Ovnis, entre outros. O mais importante e influente deles foi Los Teen Tops, criado em 1959, e que manteve-se na ativa até 1962, gravando principalmente versões em espanhol de clássicos do rock and roll tradicional.

Antes disco, a também mexicana Gloria Rios gravou El Relojito, em 1956, enquanto no Peru, Los Millonarios del Jazz lançavam Rock With Us (Rock'n'Roll) um ano depois. No Brasil, Nora Ney, antes ainda, em 1955, também fez seu cover para Rock Around The Clock, considerado o primeiro rock gravado no país. Ainda entre os pionerisos está o argentino Billy Cafaro, com Marcianita. Já no Chile, Peter Rock imitava Elvis Presley país afora. E, ainda, o grupo cubano Los Llopis, que migrou para Espanha no final dos anos cinqüenta.

A história o rock argentino é uma das mais interessantes de todos os países da América Latina, especialmente pelo fato de afirmar-se, desde o início, com formato musical próprio e letras em espanhol, desenvolvido especialmente pelos grupos Los Gatos (antes Los Gatos Salvajes), Manal e Almendra – uma espécie de pilar estrutural do rock argentino.

Apesar de Mr. Roll Y Sus Rockers e Billy Cafaro, entre outros, terem introduzido o novo gênero musical no país ainda nos anos cinqüenta, as primeiras manifestações gravadas com características sessentistas só ocorreram em 1965, com o lançamento de Los Gatos Salvajes, com os próprios, de Liverpool At B.A., com The Seasons, e, ainda, um ano depois, de Rebelde/No finjás más, compacto com o grupo Los Beatniks.

A partir de então, em novos compactos, em shows de televisão e, especialmente, a partir da casa de espetáculos La Cueva, antes apenas dedicada ao jazz, os grupos de música beat foram conquistando espaço, até afirmar-se definitivamente com o lançamento do primeiro LP de Los Gatos, liderado por Litto Nebia, Los Gatos, em 1967, um dos clássicos da discografia roqueira latina.

Depois, em 1968, vieram Manal, na linha dos "power trio" de blues, também oriundo dos palcos da La Cueva, que gravou seu primeiro LP homônimo somente em 1970, Almendra, banda liderada por Luiz Alberto Spinetta, com sua música refinada, arranjos vocais elaborados e poética sensível e criativa, e, ainda, Vox Dei, autor do álbum La Biblia, clássico do som psicodélico/progressivo mundial.

Em 1969, é criado o selo Mandioca Underground, que lança um primeiro LP reunindo vários grupos e intérpretes, fortalecendo a divulgação mais ampla e dirigida da produção roqueira local, antes dificultada pelas pressões e preconceitos das grandes gravadoras, avessas ao experimentalismo dos novos grupos.

Além dos grupos já citados, outras bandas e intérpretes destacaram-se nos anos sessenta e início dos setenta, dentre eles Arco Iris, La Confradía de La Flor Solar, Billy Bond Y La Pesada Del Rock and Roll (que depois veio para o Brasil), Ramsés VII (Tanguito), Alma Y Vida, o ex-Beatniks Moris, El Reloj, Sacramento e Ricardo Soulé.

A história do rock uruguaio dos anos sessenta, por sua vez, está diretamente ligada ao grupo Los Shakers, dos irmãos Hugo (que, no Brasil, tocou com Tom Jobim e Milton Nascimento) e Osvaldo Fattoruso, que foi, ao lado do australiano Easybeats, um dos melhores representantes do estilo Beatles de toda a geração.

Nascido em 1964, o grupo contribuiu decisivamente para a afirmação de uma cena local, bem como para o desenvolvimento do rock em toda a América Latina. Com o single Break It All)/More’, de Los Shakers, o rock uruguaio apontou um caminho de qualidade, criatividade e inventividade, além da mera cópia existente na maioria dos países.

Além dos Shakers, o grupo Los Mockers também destacou-se na história do rock uruguaio dos anos sessenta, cantando em inglês, e fazendo o gênero Rolling Stones, com composições próprias e alguns covers, com destaque para Paint it Black. Seu único disco, com alguns singles de bônus-track foi relançado em CD pelo selo americano Get Hip.

O rock uruguaio destacou-se, ainda, pela qualidade de seus grupos da fase psicodélica, que misturando elementos de hard rock e progressivo, produziu grupos como Genesis, Psiglo, Opus Alfa, Dias de Blues, Tótem, El Kinto e El Sindykato, autores de discos clássicos que conquistaram o reconhecimento mundial, alguns com reedição em CD.

Alguns grupos, especialmente Tótem, liderado por Rubén Rada - em atividade até hoje, produziram uma fantástica mistura de ritmos regionais, principalmente o camdombe, de origem negra, jazz e rock à la Carlos Santana, com um resultado sonoro ainda atual e que, posteriormente, serviu de exemplo para novos mix sonoros nos demais países sulamericanos.

Outros grupos e intérpretes que integraram a cena do rock uruguaio foram Los Bulldogs, liderados pelo cantor Kano, Los Delfines, Los Killers, Los Moonlights, Hojas e Dino, que deixaram vários lps e compactos gravados entre 1967 e 1973, ano em que o golpe militar interrompeu a carreira da maioria dos grupos, afastando grande parte dos músicos do país.

O rock uruguaio, entre outras coisas, também deu à discografia mundial do rock um de seus clássicos, o álbum La Conferência Secreta del Toto's Bar, de Los Shakers, espécie de Sgt. Pepper's latino americano, que figura nas listas dos grandes discos dos anos sessenta. Gravado em 1967, o disco só foi lançado um ano após, quando o grupo já havia encerrado sua carreira.

O rock chileno dos anos sessenta, dividido surgiu dividido entre entre la Nueva Ola e o rock tradicional, como em outros países, teve como seus expoentes os grupos Los Mac's (que gravou uma espécie de Their Satanic Majesties Request regional), Los Jockers, Los Vidrios Quebrados, Los High Bass/Los Jaivas e ainda, os ultrapsicodélicos Aguaturbia, que formaram a base do rock nacional.

A banda Los Jockers, com seu primeiro disco En La Onda de Los Jockers, inteiramente de covers radicais, que inclui Wild Thing (Troggs), Satisfaction (Rolling Stones) e Little Girl (Them), gravado em 1966, junto com Los Vidrios Quebrados e seu lp Fictions, de 1967, e, ainda, Los Aparittions foram os principais responsáveis pelo surgimento da cena roqueira no país.

Na Nueva Ola, uma espécie de Jovem Guarda local, com orientação mais pop, destacaram-se intérpretes e grupos como Luis Dimas, Danny Chilean, Alan Y Sus Bates (que regravou O Leão Está Solto Nas Ruas/Un Leon Escapo De Su Jaula, de Rossini Pinto), Miguel Zabaleta Y Topsys, Buddy Richard, e a cantora Cecilia.

Ainda, no campo do rock merecem registro os grupos Los Beat 4, Los Sonnys, Los Larks (que rivalizam com Los Jockers, ao estilo Stones x Beatles), Los Psicodélicos, Los Blops e Congresso, que variavam seu repertório entre o som beat, a psicodelia e composições com acento regional.

Outro grupo chileno de grande importância é Kissing Spell, que gravou o disco Los Pajaros, em 1970, com um raro trabalho de guitarras, vocais em inglês, hoje integrando a listas de álbuns raros da psicodelia mundial, com recente reedição em cd, e inclusão de uma faixa na coletânea Love, Peace & Poetry.

O rock peruano nasceu em 1957, com um registro do grupo Los Millonarios del Jazz, tem como marco inicial da cena o disco de estréia do grupo Los Incas Modernos, mas o “pai” do rock nacional é o grupo Los Saicos, a mais radical banda de garagem da América do Sul, que gravou apenas seis compactos, em espanhol.

Depois disso, já com a entrada da beatlemania em cena, o rock peruano ganhou novos atores, como Los Jaguars (instrumental), Los Shain’s, Los Doltons, Los Silvertons, Los Yorks e Los Belking's, também instrumental, que tomaram de assalto o mercado musical do país, deixando excelentes compactos e álbuns gravados.

São clássicos da primeira fase do rock peruano os singles de Los Saicos, especialmente Demolicion, os três discos de Los Shain's, os primeiros álbuns de Los Yorks (Los York's 67 e Los York's 68) – clássicos da psicodelia latina, De Vacaciones com Los Doltons (com versões para O Caderninho, de Erasmo Carlos, e Parem Tudo, de Leno & Lilian) e os álbuns dos Belkings.

Com o surgimento da psicodelia, outros grupos despontam por volta de 1968, em especial Traffic Sound, com seus dois primeiros e clássicos álbuns – A Bailar Go Go e Virgin - Los Golden Star, Los Mads e (St. Thomas) Pepper Smelter (cujo primeiro e único álbum chegou a sair no Brasil), Los Sideral's, e ainda, Los Pasteles Verdes (pop) e Los Holy's (instrumental).

Mais para o final da década, grupos com o Laghonia, o mais genial de todos, e El Humo, entre outros, produziram ótimos discos de psicodelia, ao mesmo tempo em que outros como El Alamo e Cacique seguem o mesmo caminho, e El Opio e El Ayllu introduzem elementos latinos, com influência de Santana e outros grupos americanos.

Na virada dos anos setenta, a fusão do som beat/psicodélico e o nascente hard rock resultou em bandas como We All Togheter (ex-Laghonia, e fortemente influenciado por Beatles/McCartney), Telegraph Ave., Pax (que gravou o primeiro disco de hard rock do Peru), Tarkus e El Polen, o primeiro grupo a mesclar psicodelia e música andina.

Também influenciada pelo rock and roll mexicano, especialmente de Los Teen Tops, a cena roqueira sessentista da Venezuela afirmou-se com o pioneiro Los Impalas, o primeiro grande grupo do país. Seguindo os passos de Los Impalas, também destacaram-se Los Supersonicos, Los Dangers, Los Claners e, mais tarde, Los Darts e Los 007, entre outros.

No início dos anos setenta, integravam a cena roqueira venezuelana os grupos e intérpretes Tsee Mud, Pan, La Cuarta Calle, Sky White Meditation, Una Luz, La Fe Perdida, El Nucleo X de Gerry Weil, Pastel de Gente, Le Zigui e Syma. Em 1969, o grupo Ladies W.C., lançou um raro álbum, com sonoridade psicodélica e letras em inglês, atualmente reeditado em vinil.

Já a cena roqueira colombiana é uma das menos conhecidas de toda a América Latina. Um dos pioneiros e dos mais destacados grupos foi Los Flippers, em meados dos anos sessenta. Também integraram a cena beat-garagem os grupos Los Speakers, Ampex, Los 4 Crickets, Los Monkees, Opus, e Los Yetis.

Um dos grupos mais emblemáticos da cena colombiana foi Los Young Beats, com visual e repertório orientado para o beat e para a garagem, que gravou o discos Ellos Estan Cambiando Los Tempos, com versões e covers de Rolling Stones, Kinks e Them. Já na segunda fase do rock, influenciada pela psicodelia e pelo hard rock, destacaram-se os grupos Opus e Genesis, entre outros.

Ainda menos conhecida, a cena paraguaia dos anos sessenta talvez tenha sido a que mais sofreu com a censura ditatorial, no caso do general Alfredo Stroessner, que “governou” de 1954 a 1989. Os dois principais “sobreviventes” foram os grupos Aftermads e Los Blue Caps, que gravou dois discos – Dejame Mirate, em 1969, e Cuando te Miro, en 1970, sem reedição em vinil ou digital.


/ÁFRICA LATINA


Los Camaroes, a ressurreição das guitarras mágicas


por Fernando Rosa

Lançado originalmente em 1979, o clássico álbum "Resurrection", com o grupo Los Camaroes, ganhou reedição em vinil em 2017, pelo selo Analog Africa. O grupo surgiu no final dos anos 60, em Maroua, no norte da região islâmica de Camarões.

O disco foi gravado ao vivo, em duas faixas, no Mango Bar, em Yaoundé. O registro marca a última colaboração entre o líder da banda Jean Gabari e o inovador guitarrista Messi Martin, que se reagruparam para gravar o disco. Os dois foram responsáveis pelo sucesso da banda nos anos sessenta.

A reedição do LP em versão "deluxe", com capa dupla e encarte, traz notas sobre a história da banda, pelo tecladista original Mbambo "Johnny Cosmos" Simon. O texto interno também contém entrevistas atuais com o produtor Nicolas Mongué e o engenheiro Emmanuel Guyssot, que gravaram o disco.

O som é uma perfeita interação das guitarras Gabari e Messi, algo tipo Tom Verlaine e Richard Lloyd, no Television. Os solos parecem independentes mas, como na rumba congolesa, se completam. Um disco perfeito para quem gosta de música africana e guitarras.  

 


/Matéria


Relespública está de volta com novo hit mod


da Redação

Na esteira das comemorações pelo início da terceira década de atividade, uma das principais bandas de Curitiba está voltando aos discos. A Relespública lança neste dia 20 de novembro o single “James Brown”, com a participação especial de Edgard Scandurra nas guitarras. A chegada da faixa às plataformas digitais de streaming dá início a uma série de novidades que Fabio Elias (voz e guitarra), Ricardo Bastos (baixo e vocais) e Moon (bateria) estão preparando para o ano de 2021 como artistas contratados da Volts, iniciativa fonográfica da capital paranaense fundada neste final de ano e com atuação voltada para o mercado do rock e da música pop.

“James Brown” não é uma canção recente da Reles, apesar de inédita em disco. Fábio Elias a compôs em 1991 e, desde então, volta e meia aparecia em shows do trio como uma pérola escondida no repertório. “Sempre amei o ritmo da música negra. Blues, soul, funk e até nosso samba, claro”, conta o autor. Ele lembra também que, na companhia de Daniel Fagundes, então vocalista da Reles (e falecido em maio de 1994, aos 16 anos de idade, após um acidente de carro), passavam tardes inteiras ouvindo música negra no toca-discos. “James Brownera o pai de todos na nossa singela opinião de jovens descobridores daqueles caras como Otis Redding, Sam Cooke, Marvin Gaye e todos os outros das gravadoras Motown e Stax. Um mod de verdade tem que ouvir música negra. Está no DNA mod”, exclama.

A gravação resgata um momento especial vivido pela banda no mês de setembro de 2005, em São Paulo. O trio ainda colhia os louros daquela que é considerada principal obra da carreira, o álbum As Histórias São Iguais, e fazia ensaios regulares para a gravação do DVD MTV Apresenta Relespública, o único título da série realizado em parceria entre a hoje extinta MTV Brasil e um artista independente – isto é, sem vínculo com gravadoras de grande ou médio porte em distribuição no território nacional. Misto de amigo e ídolo dos três integrantes por causa de sua extensa carreira com o Ira!, Edgard Scandurra apareceu no estúdio Mosh e acabou fazendo uma participação especial naquela música. O resultado foi registrado pela banda e mantido até hoje guardado sob sete chaves.

Como manda a boa cartilha de subversão do rock, entretanto não espere deste featuring uma participação vocal. Scandurra não canta e “apenas” toca a sua guitarra. “Estávamos afiados. Foi só contar 1, 2, 3, 4 e POW!!! Esse é o espírito da coisa e a melhor maneira de se gravar uma banda de rock. Edgard chegou, empolgou-se e se divertiu durante o encontro. Foi muito rápido e espontâneo, como deve ser. Nem precisou cantar. A guitarra deste mestre já fala por si só!”,comenta Fabio Elias.
A capa de “James Brown” traz a assinatura do curitibano Guilherme Caldas, autor das clássicas HQs Candyland ao lado do paulista Olavo Rocha (músico das bandas Lestics e Olavo Rocha). A arte traz uma ilustração do icônico godfather do soul e retoma, em traços e cores, o estilo das ilustrações de As Histórias São Iguais, também feitas por Caldas.

As Histórias São Iguais

O mês de novembro de 2020 também marcou o relançamento do histórico álbum As Histórias São Iguais, feito pela Relespública em 2003. Até então disponível apenas em CD, agora ele pode ser encontrado também nas plataformas digitais de streaming. E ainda está prevista para 2021 a tão esperada edição em vinil.

Com onze faixas e a participação especial de Nasi, vocalista do Ira!, em uma delas, este disco marcou a volta da banda às suas raízes sonoras – isto é, à formação de power trio mod (guitarra, baixo e bateria). Canções como “Garoa e Solidão” e “Nunca Mais”, em pouco tempo, transformaram-se em históricos hinos do rock curitibano em toda a sua história. Outros destaques também foram “Boatos de Bar”, “A Fumaça é Melhor Que o Ar” (canção até então inédita de Edgard Scandurra e que o Ira! Nunca havia gravado em disco), “Eu Soul” e a balada
“Marcianos”.

Volts

Criada em 2020 e dirigido pelos produtores curitibanos Marcelo Crivano e Caetano Zagonel, a Volts surge como uma forma não tradicional de selo musical. Com o objetivo de lançar discos em formato físico (vinil) e digital, a iniciativa procura fazer com que seus artistas sintam-se como parte dela, com acesso total ao que acontece, a rendimentos e sem burocracia. Tudo de forma direta e sem
mistérios.

O objetivo, segundo seus diretores, é “catalogar músicas que amamos de pessoas que são nossas amigas – e de quem admiramos – e dar a oportunidade a esses artistas de lançá-las profissionalmente através da Volts. Nossa visão é promover música de alta qualidade, de maneira positiva e transparente”. Constituem o foco principal do selo quatro itens:artistas, boa música, transparência e a união de 1
com 2 e 3.

O primeiro título da Volts foi Vestígios, o novo disco do quinteto curitibano Criaturas. O trabalho já está nas plataformas digitais desde o início de outubro e sua edição em vinil está prevista para o começo de dezembro. Com a Relespública, o selo trabalhará nos próximos meses, o relançamento de todo o catálogo da banda e também a disponibilização de material prévio inédito. O trio também começará em breve os ensaios com o intuito de gravar novas músicas, projeto iniciado no último mês de março e imediatamente interrompido por conta da pandemia do coronavírus. Também está nos planos para 2021 discos de outros artistas do rock curitibano.
Vamos dar uma Volts?

“JAMES BROWN”
(Fabio Elias)

Eu sei que o mundo ele abalou
Porque o soul ele criou, yeah, yeah!
Please please me, I don’t mind
Os mods agora vão dançar

James Brown, James Brown, James Brown, James BrownRight!

O rei que mundo consagrou
Porque um som ele criou, yeah, yeah!
Please please me, I don’t mind
Os mods (Shout!) agora vão dançar

James Brown, James Brown, James Brown, James BrownJames Brown!

Eu sei por quê, yeah!
Os mods agora vão dançar

James Brown, James Brown, James Brown, James BrownJames Brown!


/GRANDE CARIBE


Coletânea resgata originais do som afro-colombiano


da Redação

Em resenha publicada nas Recomendaciones REDPEM 83, no portal Zona de Obras, o jornalista colombiano Jaime Monsalve apresenta a coletânea "Guasá, Cununo y Marimba", com diversos artistas da região de Cali, a capital afro-americana do país. Segundo Monsalve, a seleção é fruto dos esforços do produtor colombiano Lucas Silva e seu selo independente Palenque Records que, após uma década de pesquisas, coletou registros originais. O lançamento é da clássica Vampisoul, em vinil duplo, como sempre embalado em bela edição gráfica.

A seleção, segundo Monsalve, abrange principalmente um dos vários formatos instrumentais característicos do litoral ocidental colombiano, "composto por marimba de chonta (assim chamada por causa do uso da madeira do chontaduro), tambor de cununo e guizo chamado guasá; trio instrumental com o qual se tocam currulaos, jugas e bundes, entre outros estilos, nas costas dos departamentos de Valle del Cauca, Cauca e Nariño, centrado em populações de criatividade transbordante, gastronomia ambrosiana, acessos complexos e não poucos problemas sociais como Guapi, Timbiquí, Barbacoas e Tumaco".

Ainda, a música chirimía de clarinetes e percussão também foi incluída, um conjunto característico do Chocó, o mais setentrional dos quatro departamentos, diz a resenha. Além de algumas gravações de orquestras de grande formato, além da música de alguns novos expoentes como Buscajá e Bambazulu. De acordo com o jornalista, "muitos dos artistas participantes da seleção ficaram no esquecimento, como o cantor Gertrudis Bonilla, os conjuntos La Marucha e Los Trovadores del Pacífico, e os maestros Julián Angulo (Julián y su Combo), Cachito Vidal (La Sonora del Pacífico ) e Crescencio Hernández, "Chencho Trumpeta” (Los Brujos del Folklore).
 


A história de Cali, por Jaime Monsalve

"Em 1996, a cidade colombiana de Cali, localizada a oeste e considerada a capital afro-americana do país, inaugurou o chamado Festival de Música do Pacífico Petronio Álvarez com mais boas intenções do que reais expectativas. Seu nome se refere ao compositor de um hino daquele litoral dedicado ao seu porto principal, Mi Buenaventura. Tema popularizado na década de 60 em gravações paralelas de duas intérpretes da mesma região do país: a cantora Leonor González Mina, conhecida como La Negra Grande de Colombia, e seu colega Markitos Micolta; ambos secundados pela orquestra de outro local, Peregoyo y su Combo Vacaná, do saxofonista Enrique Urbano Tenorio.

Tanto Mi Buenaventura como o Festival Petronio Álvarez – evento que a cada ano se torna mais massivo e que chega a 130.000 pessoas por noite – são marcos na revitalização dos gêneros endêmicos do Pacífico colombiano e equatoriano, litoral com componente predominantemente afros, cujo som mistura de campo, selva, rio e mar, havia permanecido invisível aos ouvidos do mundo durante décadas, seja pelo abandono do centralismo estatal, um pouco mais porque em muitos casos era uma música relacionada a práticas ancestrais atribuídas aos territórios , de difícil saída comercial.

Por isso, embora nos últimos anos esta música tenha se difundido com maior força pelo mundo graças à preocupação de suas novas figuras, houve pouca produção histórica de gravações desses sons, exultantes e tristes ao mesmo tempo, é claro. Foi graças ao patrocínio de pequenas empresas privadas ou de algumas entidades públicas territoriais dos quatro departamentos com a costa do Pacífico, ou devido ao trabalho e à arte dos registos de campo obtidos na altura por etnomusicólogos nacionais e estrangeiros. Por isso o valor de "Guasá, cununo e marimba", coletânea que acaba de ser lançada, é enorme e digno de comemoração".
 



Vídeos

/Videoclipe


Marte Ataca!: o nada, ao vivo e em preto e branco


Da Redação

Em aventura solo, o compositor e vocalista Fernando Brasil retoma cenário de distopia e terra arrasada no país para lançar single novo, a experimental Marte Ataca!. No vídeo da canção, disponível em todas as plataformas nesta sexta (18), o compositor repete parceria com a documentarista Erica de Sousa, de "A Grande Depressão", do Phonopop.

Partindo de questionamentos que pairam no ar da fétida atmosfera de Brasília desde 2017, quando o grupo brasiliense Phonopop lançou o single "A Grande Depressão", o compositor e cantor Fernando Brasil volta ao cenário de distopia e terra arrasada que varreu o país a partir da era Temer - e aprofundado em 2019, com a eleição de Bolsonaro.

Desta vez, Fernando mergulha em aventura solo. Escrita por ele em janeiro de 2019, dias após a posse de Bolsonaro, "Marte Ataca!" carrega, como "A Grande Depressão", flashes de um sonho lúcido que confunde-se com o véu de demência coletiva que cobriu o Brasil. Mas o autor, também entorpecido, não oferece caminhos ou soluções, apenas reage às absurdas imagens que consegue captar, como um paciente acamado em um manicômio. A música parece adequar-se ao quadro de pandemia e desinformação que impera no país.

Assim, as impressões de Fernando para a criação de "A Grande Depressão", em 2017, parecem soar estranhamente mais atuais: “a letra nasceu mais de um estado de estupefação, de uma terrível sensação de deslocamento, como se estivéssemos todos dopados, flutuando em um limbo, do lado errado da história e do progresso”, relatou o compositor em 2017. “Contemplamos o limiar do precipício, é um sonho ruim que não termina nunca”.

Corta para 2020. As consequências de um perigoso jogo de ruptura do Estado Democrático de Direito chegaram até mesmo para os que insuflaram o ódio e a mentira como argumento para “um mundo melhor”. "'Marte Ataca!' retrata um país engolido pela própria boçalidade e pelo desprezo ao próximo”, teoriza Fernando. "Os versos são simples e esparsos ao mesmo tempo, talvez porque não seja preciso dizer muito para expressar a tragédia que virou o Brasil”.

O vídeo da canção repete a parceria feita com a documentarista Erica de Sousa em "A Grande Depressão". Ela explica que utilizou cenas do filme "Metrópolis”, manipuladas na montagem, como linha principal da narrativa, que aborda a luta de classes dos anos 20 sob uma perspectiva futurista. "O roteiro foi escrito em 1927 por Von Harbou e Fritz Lang, projetando o ano de 2026 numa época em que a segunda onda da revolução industrial já dava sinais de que haveria consequências sérias para a humanidade. Atemporal. Coincidência?", pergunta a documentarista.

"Em "Marte Ataca!”, brinco com imagens para mostrar o que está embaixo do nosso nariz: acreditamos em teorias conspiratórias como as de invasões extraterrestres - Joe Biden seria um reptiliano? - para justificar nossas falhas enquanto humanidade. Quem realmente está nos atacando?", ela indaga.

Além de “Metrópolis”, a montagem também apresenta imagens históricas que entrelaçam o antes e o agora. Temos como imagens a Epidemia da Primeira Guerra Mundial; o acidente Césio 137 em Goiânia; o Brasil na Segunda Guerra Mundial; os incêndios do Pantanal e da Amazônia. Além disso, há passagens de outros filmes, como o documentário “Praça da Sé”, de Nilce Tranjan; “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock; “Viagem ao Planeta das Mulheres Pré-históricas” , de Peter Bogdanovich; e “O Grande Ditador”, de Charles Chaplin, além da famosa montagem “The Atomic Café”; e algumas caricaturas clássicas de Walt Disney.

Musicalmente, "Marte Ataca!" é uma mini rapsódia pop, marcada por suítes e fragmentos de canções que contam uma história de distopia e destruição de valores. Agregando atmosferas antagônicas de tons fúnebres e ruídos eletrônicos ao peso sônico de guitarras distorcidas e melodias pop, a canção nos carrega por uma viagem em um país apocalíptico.

"Não importa a criação da terra plana/ não há talvez, só impossível", anuncia o cantor e compositor Fernando Brasil, para logo descrever um cenário de pós-guerra: "urubus passeiam sobre resquícios de homens de bem/ Paletós submersos na Capital". Ouça Marte Ataca!, uma canção pungente sobre estes tempos sombrios. 
 


/Ao vivo


El Mapa de Todos, revival da quarentena


Neste espaço, vamos relembrar apresentações realizadas pos artistas iberoamericanos no festival El Mapa de Todos. Foram oito edições, desde 2008, a primeira em Brasília, e as demais em Porto Alegre, com última edição. No vídeo,Bareto, do Peru.


/Ao vivo


El Mapa de Todos, revival da quarentena


El Mapa de Todos, revival da quarentena

Neste espaço, vamos relembrar apresentações realizadas pos artistas iberoamericanos no festival El Mapa de Todos. Foram oito edições, desde 2008, a primeira em Brasília, e as demais em Porto Alegre, com última edição. No vídeo, La Vela Puerca, do Uruguai.


/Ao vivo


El Mapa de Todos, revival da quarentena


Neste espaço, vamos relembrar apresentações realizadas pos artistas iberoamericanos no festival El Mapa de Todos. Foram oito edições, desde 2008, a primeira em Brasília, e as demais em Porto Alegre, com última edição. No vídeo, Romperayo, da Colômbia.


/Ao vivo


El Mapa de Todos, revival da quarentena


El Mapa de Todos, revival da quarentena

Neste espaço, vamos relembrar apresentações realizadas pos artistas iberoamericanos no festival El Mapa de Todos. Foram oito edições, desde 2008, a primeira em Brasília, e as demais em Porto Alegre, com última edição. No vídeo, Gilberto Monteiro, do Brasil (RS).


Indie Brasil

/Noite


Objetos antes chamados discos


Da Redação

A memória da geração dap primeira década dos anos 2000  irá pelo ralo se nada for feito para preservar os registros produzidos. Trata-se da primeira geração pós-internet, que gravou e lançou centenas, milhares de singles, eps e discos-discos. Virtual e fisicamente, os discos foram gravados de forma independente, muitas vezes sem preservação da master e outras formas de arquivo.

Com isso, se impõe a necessidade de um inventário, pelo menos, da maioria da produção dessa geração. A ideia é a produção de um catálogo nacional como forma de construir uma memória com acesso a todos. Um projeto de Senhor F Livros já está em andamento, aguardando formas e financiamento. A obra será mais um produto de Senhor F Livros, novo braço de Senhor F.

A opinião comum às pessoas é que a tendência é esse acervo perder-se ao longo do tempo, por diversos motivos. Um deles, é a própria forma de produção desse período, dispersa e em pequenas tiragens. Outra, contraditoriamente, tem a ver com o próprio meio que facilitou a vida de todos. Inicialmente, o MySpace, depois a Trama Virtual e, ainda, outras ferramentas de streaming. Ocorre que a maioria deles desapareceu e levou junto os acervos.

Para tentar resgatar a produção desse período, o portal Senhor F desenvolveu o projeto "OBJETOS ANTES CHAMADOS DISCOS (1º Catálogo do rock independente brasileiro da geração pós-internet - 1998/2013) - Singles, EPs e Discos-Cheios". Trata-se de um livro, e/ou plataforma virtual, com capas, biografias, textos e possibilidade de audição das obras. Em fase "demo", para manter fidelidade à época, o projeto já reúne cerca de 1.000 discos-cheios e centenas de singles e EPs do período.

"Lançamos o portal, então Senhor F - A Revista do Rock" em 1998 e, desde então, mantivemos um estreito contato com a cena independente nacional", diz Fernando Rosa, editor do portal e curador do projeto. "De todas as regiões, a redação da revista recebia semanalmente singles, demos e discos-cheios", que ganhavam notas, matérias, circularam pela Parada Senhor F", continua. Esse material - físico, ressalta o curador - guardado cuidadosamente é a base do projeto. Abaixo, o ensaio de uma possível série reunindo os artistas da época.
 

OBJETOS ANTES CHAMADOS DISCOS
1º Catálogo do rock independente brasileiros da geração pós-internet (1998-2013)
Singles, EPs e Discos-Cheios

 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 1

01 - Vanguart - Rayny day song
02 - Mopho - Não mande flores
03 - Ludovic - Você sempre terá alguém as seus pés
04 - Superguidis - O véio Máximo
05 - Supersoniques - Ela dança
06 - Plástico Lunar - Formato cereja
07 - Telesonic - Mr Bones
08 - Los Porongas - Lego de palavras
09 - Pipodélica - Borracharia todo dia
10 - Watson e o Progresso da Ciência - Eu quero envelhecer
11 - Vídeo Hits - (vo)C
12 - Mordida - Sinais de fumaça
13 - Jerusos - Pega na minha mão
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 2

01 - La Pupuña - São Domingo do surfe
02 - Os Bonnies - Não toque na mina beibe
03 - OAEOZ - Impossibilidades
04 - Frank Poole - Canção para Cecília
05 - Dead Lover's Twisted Heart - Walking Down The Street (When I Saw That Girl)
06 - Stereovitrola - Depois das seis
07 - Laranja Freak - Sempre livre
08 - Mechanics - Formigas comem porra
09 - Los Canos - Mercadologia
10 - Ecos Falsos - Fim de milênio
11 - Jair Naves - Araguari I (Meus Amores Inconfessos)
12 - Virgem Again - Amar é uma simples troca
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 3

01 - Volver - Você que pediu
02 - Banzé! - Alvo móvel
03 - ruído por milímetro - Baixo e guitarra
04 - Casino - Ponte
05 - Madeixas - Drunk joke
06 - Walverdes - Meu bar
07 - Madame Saatan - Messalina blues
08 - Procura-se quem fez isso - Qual é (o nome do anão?)
09 - Brilhantines - Amanhã
10 - Disco Alto - Segundo conforto
11 - Blue Afternoon - I can't try
12 - Single Parents - Last Conversation
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 4

01 - Charme Chulo - Piada cruel
02 - Nervoso - A visita
03 - Monno - Enquanto o mundo dorme
04 - Tom Bloch - Nossa Senhora
05 - Phonopop - Surreal
06 - Revoltz - Mr White
07 - Volantes - Vitória
08 - Ataque Fantasma - Detetive
09 - Daysleepers - Tempo
10 - Valv - Centred
11 - Os Massa - Só mulher pelada
12 - Anjo Gabriel - Ostinato em can menor n1 (marco de lata)
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 5

01 - Irmãos Rocha - Ugabugababy
02 - Móveis Coloniais de Acaju - Swing I
03 - Faichecleres - Ela só quer me ter
04 - The Playboys - Paulo André não me ouve
05 - Macaco Bong - Soraya by starsex
06 - Santo Samba - Amanhã de manhã
07 - Lê Almeida - Me dê sua mão
08 - Mordida - Pro inferno ninguém
09 - Sala Especial - Interlagos 75
10 - NaurÊa - Hoje tem forró
11 - Madalena Moog - Descartáveis
12 - Ultravespa - Amigos e perigos
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 6

01 - Pública - Tempo
02 - Criaturas - Bianca
03 - Beto Só e Os Solitários Incríveis - Isadora
04 - Kandinsky - Memórias
05 - The ESS - Easy way
06 - Motormama - Rota caipira (Anhanguera song)
07 - Nevilton - A máscara
08 - Glamourama - Um cadáver no palco
09 - han(S)olo - Por volta dos trinta
10 - Souvenirs - 29 de dezembro
11 - Texticulos de Mary - Propóstata
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 7

01 - Rádio de Outono - Além da razão
02 - Os Dissonantes - Um filme a dois
03 - Hotel Avenida - Só o amor pode partir seus joelhos
04 - Bidê ou Balde - Melissa
05 - Luiza Mandou um Beijo - Guardanapos
06 - The Pro - Todos juntos
07 - GRU - Saturday morning hope
08 - Continental Combo - Nova manhã
09 - Brinde - Onde eu for
10 - Os Jeans - Meu quarto vazio
11 - Barbiekill - Chiclete
12 - Jesus Buceta - Freiras lésbicas assassinas do espaço 
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 8

01 - Os Dissidentes - Ingleses não usam mullets
02 - Os Jones - Força do hábito
03 - Cachorro Grande - Sexperienced
04 - Beach Combers - Super-homem
05 - Autoramas - Fale mal de mim
06 - Impar - O incrivel homem-âncora
07 - Malditas Ovelhas! - Cidade alerta
08 - Sweet Fanny Adams - Hate song 3
09 - Super Trunfo - Uhuhuu
10 - Megafone - Aparelho
11 - Os Pedrero - Pin Up gordinha
12 - Cadabra - Quanto? 
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 9

01 - Retrofoguetes - Surf-O-Matic
02 - Bois de Gerião - Cifrão
03 -Star 61 - Tão sexy
04 - Apanhador Só - Pouco importa
05 - The Tape Disaster - A voz do fogo
06 - Violins and Old Books - Camus
07 - Plato Divorak & Os Shazams - Turbilhão de emoções
08 - Cochabambas! - Fuca bala
09 - Blush Azul - Amargo perfume
10 - Ácidogroove - O anti-herói
11 - Repolho - Pau na bucetinha
12 - Turbo - Guri de apartamento 
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 10

01 - Sestine - Esse lugar ruim
02 - Headphone - Hoje
03 - Diego de Moraes - Desculpe-me, mas vou cantar em português
04 - Astronauta Pinguim - Melissa
05 - Maria Scombona - Contemplário 79
06 - Novanguarda - Rejeição
07 - Sapatos Bicolores - Garota cor-de-fogo
08 - Rockassetes - As flechas
09 - Carlo Pianta - Sozinho
10 - Mezatrio - Despacho
11- Fóssil - cum-panere [intriga de todos]
12 - Fortunetellers - Downtown
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 11

01 - Wonkavision - O plano mudou
02 - The Book is on the Table - Spin around
03 - Aeroplano - Pra você, solidão
04 - Superphones - Where have you been?
05 - Cassim & Barbária - That old speel
06 - Projeto Secreto Macacos - Primata urbano
07 - Lucy and The Popsonics - Coração empacotado
08 - Lenzi Brothers - Abstinência
09 - Os Dinamites - Cowboy de entrequadra
10 - Superego Elvis - Devo lhe falar
11 - Richard Vee ans his Veetagers - She got married
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 12

01 -JavaCafé - Caos
02 - Mr. Spaceman - Lost not found
03 - Coloração Desbotada - Beijo de açúcar molhado
04 - Siléste - Jesus/Genet
05 - Ludov - Princesa
06 - Os Telepatas - Coração pedra de gelo
07 - Pierrot Lunar - Meu pequeno escorpião
08 - Tomate Maravilha - Em suma
09 - Bad Folks - Big white chase
10 - Os Efervescentes - Não vou lhe contar
11 - Trilobita - Cocking crash revolting
12 - Turbo - Guri de Apartamento
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 13

01 - Acústicos & Valvulados - Até a hora de parar
02 - Lasciva Lula - Hagens Dazs
03 - Alex Sant'Anna - Engolindo sapo
04 - Mersault e a Máquina de Escrever - Ladrão de brinquedos
05 - Postal Blue - Asleep
06 - Loomer - Enough
07 - Fantomáticos - Italiano
08 - Gauche - Brilho
09 - Molho Negro - San Telmo
10 - Desert Lune - Mapas e calendários
11 - Johny Rockstar - Las Vegas
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 14

01 - Marcelo Mendes e Os Bacanas - A juventude
02 - Do Amor - Modelo americano
03 - Frank Jorge - Sofrimento nunca mais
04 - O Quarto das Cinzas - Circulares
05 - The Biggs - Bullet proof jacket
06 - Theatro de Séraphin - Sombras chinesas
07 - Quatro Sensorial - Inferno astral
08 - Saulo Duarte e A Unidade - Onze horas (com Tulipa Ruiz)
09 - Romulo Fróes - Corpo vazio
10 - Mentes Póstumas - Insanidade
11 - The Concept - No ...
12 - Los Torrones - Você me faz mal, meu bem
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 15

01 - Dingo Bells - Costura de botão
02 - Bang Bang Babies - Heart's crash
03 - Pó de Ser - Ypsilone
04 - Eduardo Christ - Em Porto Alegre
05 - Os Skywalkers - Na cabeça de Syd Barret
06 - Nuda - Fato: mamado vado
07 - Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta - Aquela dança ...
08 - Ivan Santos & Giancarlo Ruffato - Deserto
09 - Monokini - Riviera
10 - Hipnóticos - Tornado
11 - Merda - Grupo elétrico definhadores da natureza "g.n.d.e"
12 - Lepstopirose - Mamãe costura meus patches
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 16

01 - Cérebro Eletrônico - Pareço moderno
02 - Gramophones - Aquele elevador
03 - Berlinda - O lado escuro da rua
04 - Cactus Cream - Sempre igual
05 - Júlia Says - Ondas & barcos (indicando a direção)
06 - Campbell Trio - Ehnay
07 - The First Limbo - Perceptions from the hill
08 - Pic Nic - Passa um ano
09 - General Bonimores - Dia feliz
10 - Dinartes - Clubinho
11 - Waldi & Redson - A vida, o vício e o adeus
12 - Tagore - Poliglota
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 17

01 - Uma Nova Orquídea - Estar seja
02 - Soma - Eu, o alien
03 - Lo-Fi - Eu não preciso de você
04 - Nancy - Keep cooler
05 - Multiplex - Particularidades
06 - Dunas do Barato - Amante do kaos
07 - Nublado - Sobre o caos
08 - FuzzFaces - Caminhos cruzados
09 - Superquadra - Ultra-romântico
10 - Smiley - Tanto faz
11 - Supermaneiro - Todo tempo do mundo
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 18

01 - Esteban - Red like sparkle
02 - ZecaCuryDamm - Já não dá mais
03 - Os Amantes Invisíveis - O quarto
04 - Hang the Supertars - Money
05 - Arco Voltaico - Dissoluto
06 - A Banda de Joseph Tourton - #2
07 - Ana Clara - Que nem passarinho
08 - Dr. Cascadura - Queda livre (ac)
09 - Leela - Romance fugitivo
10 - Diedrich & Os Marlenes - Febre e delírio
11 - The Honkers - Não beba, papai, não beba
12 - La Paliza - Festim 
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 19

01 - Coquetel Acapulco - Um buraco chamado Beverly Hills
02 - Camarones Orquestra Guitarrística - Pipa
03 - Tiro Williams - Monroe
04 - Vinill 69 - Cai a noite
05 - Os Vespas - Disse me disse
06 - Carpete Florido - Nuvens
07 - The Dealers - Come on, come on
08 - Hangoovers - O Sr. está depedido
09 - Good Morning Kiss - Change the way
10 - Os Analógicos - Canção do fim do mundo
11 - Surfadelica - Surf me to the moons of Saturno
12 - GarageFuzz - Warm and cold
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 20

01 - Lítera - Domitila
02 - Supercordas - Ruradélica
03 - Robô Gigante - Hoje eu resolvi beber
04 - Léo Aprato - Branditt
05 - Barracuda Project - Fuck off synthesizer
06 - Suco Elétrico - Oh, yeah!
07 - IMOF - Chuva
08 - Gulivers - Ausente
09 - Valentina - Tribuna de ladrões
10 - Costellethas - Esgace o rock 'n' roll
11 - Facas Voadoras - 1:54
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 21

01 - Relespública - Garoa e solidão
02 - Bandinha Di Dá Dó - Pãnãnã em mi
03 - Los Pirata - Xá lá lá lá
04 - Mari Martinez & The Soulmates - Estranhos conhecidos
05 - Pão com Hambruguer - Homem do dia
06 - Cachorro Cego - Famíla que briga unida permanece unida
07 - CwBillys - Boogie do carango
08 - Identidade - NInguém é de ninguém
09 - Pocilga DeLuxe - Bandida
10 - Sangue Seco - Inimigo Íntimo
11 - Zumbis do Espaço - Cão do inferno
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 22 (Extras - Especial Volume 1)

01 - Superguidis - Malevolosidade
02 - Pipodélica - Blá blá blá
03 - Beto Só - O tempo contra nós
04 - Dead Lover's Twisted Heart - Eu tenho
05 - Phonopop - Goodbye
06 - Mordida - Garota de programa
07 - Watson - Tupanzine
08 - Vanguart - The cowboy has the money
09 - Bidê ou Balde - Vamos passar a noite de galera
10 - Mordida - Judy
11 - Os Pedrero - Lúcifer
12 - 10 - NaurÊa - Bate beat
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 23

01 - Forgotten Boys - Babylon
02 - Nihilo - Pela estrada
03 - Radiotape - Nova chance
04 - Bona Dea - Lost son
05 - Amplificador de Brinquedo - Tarde feliz
06 - Barfly - Thoughts I had in mind
07 - River Raid - Experiência
08 - Abaixo de Zero - Deixa
09 - Tape Rec - Aeronave
10 - Projeto Moe - Baião de Brian
11 - Big Fish and the BopaLulas - Cadillac
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 24 (Extra - Especial Volume 2)

01 - Lê Almeida - Querida Deal
02 - Sestine - As mentiras certas
03 - Star 61 - Tanto faz
04 - Siléste - Casmurrice
05 - Continental Combo - Faroeste blues
06 - Criaturas - Bebendo dúvidas
07 - Postal Blue - The world doesn't need you
08 - Pública - Coisas da vida
09 - Os Dissidentes - Amanhã ninguém sabe
10 - Autoramas - Hotel Cervantes
11 - Laranja Freak - Após o bip (+ hidden track)
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 25 (Extra - Senhor F Virtual Volume 1)

01 - Victor Tucano - Mapa
02 - StereoScope - Cherole
03 - Suíte Super Luxo - Ad Hoc
04 - Vanguart - Semáforo
05 - Beto Só - Meu velho Escort
06 - Gianoukas Papoulas - Desilusão de ótica
07 - Los Porongas - Enquanto uns dormem
08 - Phonopop - Comendo vidro
09 - Superguidis - O banana
10 - Watson - Notícia do dia 3
11 -Volver - Tão perto, tão certo
12 - Repolho - Meu coração é assim mesmo
13 - MQN - Caribbean Beach
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 26

01 - The Baggios - Pegando um punga
02 - Sonic Volt - Estradeira
03 - MIndgarden - Beach times
04 - Alphagraus - Autocrítica
05 - Tapete Persa - Aquele cara
06 - Badhoneys - Last day
07 - Sincera - Força em sua vida
08 - Yellow Monkey - The stoned sensation
09 - Joseph K - De cabeça pra baixo
10 - The Skinks - Ignored
11 - Billy Goat - Dandelion
 

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 27 (Extra - Especial Volume 3)

01 - Pipodélica - Nada disso
02 - Laranja Freak - Pegando fogo
03 - Mordida - Menina maçã
04 - Acústicos & Valvulados - Milésima canção de amor (ac)
05 - Mr. Spaceman - To whom i may concern
06 - Cachorro Grande - Debaixo do chapéu
07 - Walverdes - Anticontrole
08 - OAEOZ - Canção para o AEOZ
09 - Bidê ou Balde - É preciso dar vazão aos sentimentos
10 - Monno - Nada demais
11 - Driving Music - Day for night
12 - Beto Só e os Solitários Incríveis - Charlote (ao vivo)
13 - Watson - Perfume de hotel + hidden track
14 - (hidden track) Waston - II

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 28 (Extra - Especial Volume 4)

01 - Attack Fantasma Central
02 - Lascila Lula - Vai que morre
03 - Phonopop - Puro veludo
04 - Sweet Fanny Adams - Flaming veins
05 - Continental Combo - O homem retalho
06 - Bidê ou Balde - Lightning bolt
07 - NaurÊa - Duvido
08 - Santo Samba - Colinho
09 - Watson - Emitivi apresenta
10 - Wonkavision - Comprimidos
11 - Sapatos Bicolores - Aeromoça
12 - Irmãos Rocha - Beibeam
13 - han(S)olo - Supermil

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 29

01 - Kelton - Sem concerto
02 - Filomedusa - Batcaverna
03 - Avante Royale - A ressaca da pracinha
04 - Chá das Cinco - A coragem
05 - Daca - Número
06 - O Carabala - O imigrante
07 - Vendo 147 - Skate-O-Matic
08 - Os Marmotta - Ontem
09 - Os Variantes - Soluções aos seus pés
10 - Aip! - ? (question)
11 - Impossíveis - Psicopata do amor

PROTÓTIPOS DE DEMONSTRAÇÃO - VOLUME 30

01 - Driving Music - Windowsill
02 - Morsa - Bumbo mjölnir
03 - João e os Poetas de cabelo solto - A sangrar
04 - Caffeine - Donkey
05 - Goldfish Memories - Tricks
06 - Café Colômbia - Por tempo
07 - Sargento Malagueta - Um carinha bem legal
08 - Cuscobayo - Ô, vagabundo!
09 - Espaçonave - Nada em comum
10 - Incolores - Pobre coração
11 - PapaUmas - Pode me usar
12 - Smack - Se você

DISCOS-CHEIOS (Coletâneas temáticas)

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 1
Garage Laboratorium (clássicos & raridades da psicodelia)

 

1.Anjo Gabriel – O culto secreto do Anjo Gabriel (PE)
2.Boogarins - As plantas que curam (GO)
3.Cérebro Eletrônico – Pareço moderno (SP)
4.Cidadão Instigado - O método tudo de experiências (CE)
5.Continental Combo – Conveniências na cidade (SP)
6.Effervescing Elephant – Effervescing Elephant (SP)
7.FuzzFaces – Voodoo Hits (SP)
8.Júpiter Maçã – Uma tarde na fruteira (RS)
9.Lacertae – A volta que o mundo deu (SE)
10.Laranja Freak – Brasas lisérgicas (RS)
11.Madalena Moog - Universal Park (PB)
12.Makina du Tempo - Músicas para dias de sol (DF)
13.Momento 68 - Onde Estão Suas Canções? (SP)
14.Mopho – Mopho (AL)
15.Os Haxixins – Euro Tour 2008 (SP)
16.Os Hipnóticos – Garage Laboratorium (RS)
17.Os Skywalkers – ZenMakumba (SP)
18.Os The Darma Lóvers – Os The Darma Lóvers (RS)
19.Pipodélica – Simetria radial (SC)
20.Plástico Lunar – Coleção de viagens espaciais (SE)
21.Plato Dvorak & Os Exciters - Plato Dvorak & Os Exiters (RS)
22.Stereovitrola (AP) – No espaço líquido (AP)
23.Supercordas - Seres verdes ao redor (RJ)
24.Transistors – In transfuzzion (SP)
25.Vaca de Pelúcia - Vaca de Pelúcia (SP)
26.Wado - O manifesto da arte periférica (AL)

Bônus

25. Brazilian Pebbles Vol 1 & 2 – Vários (Bônus)


Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 2
A voz do fogo (clássicos & raridades da psicodelia)

 

1. Astronauta Pingüim – Petiscos: Sabor Churrasco (RS)
2. Burro Morto – Baptista virou máquina (PB)
3. Constantina - Constantina (MG)
4. Floresta Sonora – Floresta Sonora (PA)
5. Fóssil – Insônia (CE)
6. Funkalister – Vol 2 (RS)
7. João Erbetta – Guitar Bizarre (SP)
8. La Pupuña – All right penoso!!! (PA)
9. Lise - Qualquer frágil fio de fantasia (MG)
10. Macaco Bong - Artista Igual Pedreiro (MT)
11. Músicas Intermináveis para Viagem - ST (RS)
12. Pata de Elefante – Pata de Elefante (RS)
13. pexbaA – pexbaA (MG)
14. Pio Lobato – Tecnoguitarradas (PA)
15. Quarto Sensorial (RS) – Halteroniilismo (RS)
16. Retrofoguetes – Chachachá (BA)
17. ruído/mm - Introdução à Cortina do Sótão (PR)
18. Sala Especial – Edição Granfina (SP)
19. Satanique Samba Trio - Misantropicalia (DF)
20. SOL – No descompasso do transe, retalho do meu silêncio (1999-2003) (RS)
21. Skrotes - Nessum Dorma (SC)
22. The Tape Disaster – Compilation (EPs) (RS)
23. Trilöbit – Tutorial (PR)

Bônus

24. The Ess - Rehearsal Ess - Ao vivo na Grande Garagem que Grava/ EP (PR)
25.Os Jones - peledemamute / EP (AL)
26. Nova Música Experimental – Ruído MM, Labirinto, Fóssil, Constantina (Vários) 

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 3
Solitários Incríveis (clássicos & raridades de cantautores)

 

1. Alex Sant’anna – Aplausos mudos, vaias amplificadas (SE)
2. Arthur Franquini – When loneliness fucks you up... (SP)
3. Beto Só – Dias mais tranquilos (DF)
4. BNegão & Os Seletores de Frequência (RJ) – Enxugando Gelo (RJ)
5.Criolo – Nó na orelha (SP)
6. Diego de Moraes & Sindicato – Parte de nós (GO)
7. Esteban – Adios, Esteban! (RS)
8. Frank Jorge – Carteira nacional de apaixonado (RS)
9. Giarcarlo Rufatto – Machismo (PR)
10. Giovanni Caruso e o Escambau – Acontece nas melhores famílias (PR)
11. Jair Naves – E você se sente numa cela escura, planejando a sua fuga, cavando o chão com as próprias mãos (SP)
12. Juvenil Silva – Desapego (PE)
13. Lobão – A vida é doce (RJ)
14. Malu Magalhães – Malu Magalhães (SP)
15. Marcelo Mendes & Os Bacanas – Mendes, Marcelo (DF)
16. MOMO – Buscador (RJ)
17. Otto - Samba pra burro (PE)
18. Pélico – O último dia de um homem sem juízo (SP)
19.Rodrigo César/Grenade - Is an out of the body experience (PR)
20.Thiago Pethit – Pethit (SP)
21.Tiago Iorc – Letyourselfin (SP)
22.Tulipa Ruiz – Efêmera (SP)
22. Wado – Cinema auditivo (AL)
24. Wander Wildner – Buenos Dias!

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 4
Operações submarinas (clássicos & raridades do instro-surf)

 

1. Autoramas – Teletransporte (RJ) Mondo 77
2. Búfalos d’Água – Farewell to shore (PR) Independente
3. Camarones Orquestra Guitarrística - Camarones Orquestra Guitarrística (RN) DoSol
4. Cochabambas! – Máquinas quentes a todo vapor ... (cassete) (SC) Migué Records
5. Estrume’n’tal – Surfme'n'tal (MG) Golly Gee Recrods
6. Gasolines – Pura veneta (SP) Baratos Afins
7. Go! – Aventura sob o céu (RJ) Navena Muzik
8. Limbonautas – Rendam-se humanos (PR) Bloody Records
9.Marcelo Campos Moreira – Marcelo Campos Moreira (RS) Independente
10. Netunos - Alto Mar (RJ) Independente
11. Os Ambervisions – Bons momentos não morrem jamais (SC) Migué Records/Monstro Discos
12. Os Argonautas – Os Argonautas (RS) Argo Discos
13. Os Ostras – Operação submarina (SP) Excelente Discos/Abril Music
14.Reverba Trio - Reverba Trio (RS)
15. Super Stereo Surf – Antes do baile (DF) Monstro Discos
16.Surfadelica - Surfing on the desertshore (SP) Psices Records
17. The Dead Rocks – International Brazilian Surfs (SP) Monstro Discos
18. The Surf Mother Fuckers – Solano star (MG) Independente
19.Xevi 50 - Ensaio (SC) Inidependente

Bônus

17. Reverb Brasil – Uma coleção de bandas de surfe Alvo/Rveber Brasil/Obra Discos
18. Brazilian Surf – The atack of the tiki waves vol 1 Groove Records (PT)
19. Beach Combers - Beach Combers (EP)


Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 5
Nova Manhã (clássicos & raridades do folk-rock)


Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 6
Metade Roberto Carlos, Metade GG Allin (clássicos & raridades do punk rock)


Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 7
A Discreta Vingança de Lafayette (tributos ao mestre dos teclados)

 

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 8
Aos Meus Amigos (raridades & curiosidade)

 
 


/Noite


Superguidis, o coraçãozinho sobreviverá


por Fernando Rosa

Nunca me senti à vontade para dizer o que achava do Superguidis. Falei deles sobre as mais variadas abordagens e formas. Mas sempre fugindo de dizer exatamente o que pensava. Bem, acho que agora, passada  mais de uma década, posso falar. Sempre achei a melhor banda da sua geração. Em música, em poesia, em presença de palco. Muitas outras foram geniais, mas eles foram perfeitos. Em todos os discos, mas especialmente no primeiro.

O primeiro disco tem uma série de histórias que envolveram o seu lançamento. Os guris, imagino, tentaram outros selos, mas ninguém deu bola para eles. Não podia ser diferente com um grupo e um disco predestinados. Não fosse o selo Senhor F Discos, talvez seguissem isolados em Porto Alegre. Onde tinham um público fiel e apaixonado por eles. Mas a cidade, e o estado, ainda viviam aquele espírito de auto-suficiência regional. E eles não faziam "rock gaúcho".

Pois foi, talvez, esse conflito que afastou outros selos e os aproximou do selo Senhor F. Eles contrariavam a expectativa inicial e surpreendiam com uma nova música. Não eram de Porto Alegre, eram de Guaíba, e adoravam Guided By Voices, Pavement e Yo La Tengo. Ai deu a liga que resultou na união da banda com o selo. Por três discos e cerca de cinco anos, andaram juntos. Em shows por todo o país - Argentina e Uruguai, participação em festivais e eventos.

O disco de estréia, de fato, ou ganhava o cidadão de cara, ou não passava no teste. Segundo padrão ainda vigente, era "mal gravado", lofi demais. A fábrica rejeitou prensar por três vezes, alegando má qualidade. Foi preciso assinar um termo de responsabilidade pelo resultado final. Sim, o disco tinha sido gravado "em casa", e coisas tipo a bateria duplicada nos canais, para dar mais peso. Mas isso, para o selo, eram medalhas na defesa do disco, que afinal ganhou às ruas.

Foi o "melhor disco do ano" em quase todas as listas de 2006. Chegou aos ouvidos de Robert - Deus - Pollard, que achou massa. Críticos do país inteiro se renderam à obra, que agora já se pode chamar de clássica. A humildade e o senso de humor juvenil dos quatro Guidis ajudavam a difundir melodias e poesias. De Norte a Sul do Brasil, riffs, refrões, expressões, trechos de músicas foram se espalhando. Sem que ninguém deixasse de notar o quanto geniais eram aquelas duas guitarras - que pareciam uma.

Ainda hoje sem cruzar a fronteiras dos ouvidos independentes, é o disco mais completo de sua geração. Andrio & Lucas & Diogo & Marco, na verdade, não faziam rock, faziam música universal. De um jeito tão ousado, que a cultura oficial fez pouco de sua presença. As canções são absolutamente geniais, da primeira à ultima das doze faixas do disco. A poesia ainda segue tão atual quanto inventiva - poucos como eles conjugaram de forma tão brilhante rock & língua pátria.



Foto: Bruna Paulim
Capa: André Ramos
Selo: Senhor F Discos


 


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A voz do fogo: clássicos & raridades do instrumental


por Fernando Rosa

O rock instrumental ganhou espaço junto à cena independente brasileira moderna. Entre 1998 e 2013, são várias as obras que se destacaram em meio a uma profícua produção. Na comemoração dos 15 anos de Senhor F, listamos 20 títulos que consideramos os mais importantes dessa época.

Na lista estão discos que marcaram época, como Artista Igual Pedreiro, do Macaco Bong, até obras atuais como Realidade Aumentada, dos novatos gaúchos The Tape Disaster. Também discos de dois dos mais importantes guitarristas modernos do Brasil, Pio Lobato e João Erbetta.

Vale destacar que a produção é oriunda dos mais variados pontos do país, do Rio Grande do Sul até o Pará. Algumas bandas não existem mais, como La Pupuña e Pata de Elefante, mas seus discos perpetuarão seus grandes momentos de criatividade.

Esta é a primeira lista de uma série que vai destacar os melhores discos psicodélicos, de instro-surf, cantautores, as coletâneas mais importantes e, por fim, os 100 EPs e os 150 discos que marcaram a geração pó-internet,entre 1998 e 2013.

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 2
A voz do fogo (clássicos & raridades da psicodelia)


1. Astronauta Pingüim – Petiscos: Sabor Churrasco (RS)
2. Burro Morto – Baptista virou máquina (PB)
3.Chipanzé Clube Trio - CCT
4. Constantina - Constantina (MG)
5. Floresta Sonora – Floresta Sonora (PA)
6. Fóssil – Insônia (CE)
7. Funkalister – Vol 2 (RS)
8. João Erbetta – Guitar Bizarre (SP)
9. La Pupuña – All right penoso!!! (PA)
10. Lise - Qualquer frágil fio de fantasia (MG)
11. Macaco Bong - Artista Igual Pedreiro (MT)
12. Músicas Intermináveis para Viagem - ST (RS)
13. Pata de Elefante – Pata de Elefante (RS)
14. pexbaA – pexbaA (MG)
15. Pio Lobato – Tecnoguitarradas (PA)
16. Quarto Sensorial (RS) – Halteroniilismo (RS)
17. Retrofoguetes – Chachachá (BA)
18. ruído/mm - Introdução à Cortina do Sótão (PR)
19. Sala Especial – Edição Granfina (SP)
20. Satanique Samba Trio - Misantropicalia (DF)
21. SOL – No descompasso do transe, retalho do meu silêncio (1999-2003) (RS)
22. Skrotes - Nessum Dorma (SC)
23. The Tape Disaster – Compilation (EPs) (RS)
24. Trilöbit – Tutorial (PR)

Bônus

25. The Ess - Rehearsal Ess - Ao vivo na Grande Garagem que Grava/ EP (PR) 
26.Os Jones - peledemamute / EP (AL)
27. Nova Música Experimental – Ruído MM, Labirinto, Fóssil, Constantina (Vários)
 


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Garage Laboratorium, a psicodelia nos anos 2000


por Fernando Rosa

A psicodelia mundial misturou-se ao rock e a música brasileira sob as mais variadas formas, desde o tropicalismo até o Clube da Esquina e artistas como Lula Côrtes & Zé Ramalho e Ronnie Von. Nos anos dois mil,  se fez presente na produção musical da geração pós-internet brasileira, de uma maneira intensa e criativa. A revista Senhor F com suas matérias especiais sobre o tema contribuiu em parte com isso, a partir de 1998. Durante esse tempo, o site publicou textos sobre temas como a psicodelia nordestina dos anos 70, resgatou bandas raras como Spectrum e realizou entrevistas históricas com Rogério Duprat e Ronnie Von, entre outros.

O portal também acompanhou as cenas e artistas que surgiram orientados, ou com influência da psicodelia brasileira e estrangeira. Dezenas de discos forma produzidos, dos quais compilamos 26, com artistas independentes de vários estados. Nela estão clássicos absolutos do rock nacional como o disco da banda alagoana Mopho até super raridades como o discos dos paulistanos Transistors. Em todos eles, a sintonia com Mutantes, Ave Sangria, Gil & Caetano, Lanny Gordin e toda sorte de artistas da punk-psicodelia americana e inglesa dos anos sessenta.


Sem a pretensão de esgotar o tema, apresentamos a lista que segue abaixo, lançados entre 1998 e 2013:
 

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume  1
Garage Laboratorium (clássicos & raridades da psicodelia)


1.Anjo Gabriel – O culto secreto do Anjo Gabriel (PE)
2.Boogarins - As plantas que curam (GO)
3.Cérebro Eletrônico – Pareço moderno (SP)
4.Cidadão Instigado - O método tudo de experiências (CE)
5.Continental Combo – Conveniências na cidade (SP)
6.Effervescing Elephant – Effervescing Elephant (SP)
7.FuzzFaces – Voodoo Hits (SP)
8.Júpiter Maçã – Uma tarde na fruteira (RS)
9.Lacertae – A volta que o mundo deu (SE)
10.Laranja Freak – Brasas lisérgicas (RS)
11.Madalena Moog - Universal Park (PB)
12.Makina du Tempo - Músicas para dias de sol (DF)
13.Momento 68 - Onde Estão Suas Canções? (SP)
14.Mopho – Mopho (AL)
15.Os Haxixins – Euro Tour 2008 (SP)
16.Os Hipnóticos – Garage Laboratorium (RS)
17.Os Skywalkers – ZenMakumba (SP)
18.Os The Darma Lóvers – Os The Darma Lóvers (RS)
19.Pipodélica – Simetria radial (SC)
20.Plástico Lunar – Coleção de viagens espaciais (SE)
21.Plato Dvorak & Os Exciters - Plato Dvorak & Os Exiters (RS)
22.Stereovitrola (AP) – No espaço líquido (AP)
23.Supercordas - Seres verdes ao redor (RJ)
24.Transistors – In transfuzzion (SP)
25.Vaca de Pelúcia - Vaca de Pelúcia (SP)
26.Wado - O manifesto da arte periférica (AL)

Bônus
25. Brazilian Pebbles Vol 1 & 2 – Vários (Bônus)

(na foto: Mopho/1ª foto de divulgação)
 


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Nova Manhã, o folk rock dos anos 2000


por Fernando Rosa

A música caipira, ou folclórica, ou ainda regional, faz parte da construção da cultura musical brasileira, passando por todas as gerações e chegando aos tempos modernos. Por outro lado, o folk de origem americana também penetrou na cultura nacional de forma marcante, especialmente a partir dos anos sessenta. Em meio a esse processo, a partir do tropicalismo (2001/Mutantes & Tom Zé), Tião Carreiro & Pardinho e The Byrds puderam conviver harmoniosamente, resultando no chamado “rock rural”, nos anos setenta.

Naquele momento, e durante os anos seguintes, proliferaram grupos como Sá, Rodrix & Guarabira, Ruy Maurity Trio, Bendegó, Flying Banana, Almôndegas, Tetê & O Lírio Selvagem e Paranga. A fusão das linguagens do rock com as vertentes folclóricas regionais produziu grandes discos, alguns reconhecidos nacionalmente, outros mantidos na obscuridade. Mas, o importante é que a música brasileira mostrou mais uma vez sua enorme capacidade de transmutar-se sem perder a identidade.

A cena independente dos anos dois mil não passou impunemente por esse universo sonoro, incorporando outras influências musicais a ele. Entre os anos 2000 e 2015, vários grupos gravaram obras referenciadas nessa história particular, atualizando sonoridades do folk rock no país. O portal Senhor F acompanhou de perto essa geração, ouvindo as novas produções, colecionando seus singles, eps e discos-cheios lançados nesse período, dos quais destacamos alguns.

Os grupos

Natural de Porto Alegre, Cowboys Espirituais reunia Frank Jorge, Julio Reny e Márcio Petracco, e teve seu disco de estreia lançado pela Trama, em 1998. Os Pistoleiros, desde Florianópolis, lançaram em 2000 um dos grandes discos da cena independente, que conquistou fans como Wander Wildner. Já os paulistas Motormama, de Ribeirão Preto, emergiram na cena independente com o clássico Carne de Pescoço, em 2002, com forte acento de psicodélica-caipira. Em Belo Horizonte, destacou-se a banda Dead Lovers Twisted Heart com seu hillbilly indie cantado em inglês. Também em inglês, Bad Folks construir sua carreira a partir de Curitiba.

O brasiliense Sestine, liderado por Márcio Porto, é um dos segredos mais bem guardados da cena independente do Centro-Oeste, resultado de seus dois únicos EPs Carros-Fantasma e As Engrenagens (2006). Paranaense, Charme Chulo talvez tenha afirmado de maneira mais intensa a linguagem do folk rock na cena independente, por conta de seu disco de estreia, lançado em 2007 e da subsequente carreira. Da mesma cidade, a dupla Os Irmaõs Carrilho, casam Everly Brothers com modinhas caipiras, em singles lançados entre 2013 e 2015.

O grupo paulista Continental Combo tem sua história ligada ao mod e ao rock sessentista, mas em seu disco homônimo gravado entre 2003 e 2005, registrou seu lado folk, fundindo rock rural com Flying Burrito Brothers. Explodindo na cena independente desde Cuiabá, Vanguart ganhou o Brasil com seu mix inicial de Bob Dylan e Radiohead, afirmando-se nacionalmente, com profunda identidade, com o hit Semáforo. Também de Curitiba, Koti e Os Penitentes agregaram à cena folk a linguagem do rockabilly e os temas trash-urbanos. Um pouco na mesma linha, Fabulous Bandits cantou porres, brigas e tiroteios com seu folk-hardcore.

Dois grupos, um de São Paulo, Matuto Moderno, outro de Brasília, Judas, pisaram fundo na música caipira, na moda de viola e outras linguagens interioranas, com seus discos lançados em 2011 e 2013. Já o trio Bob ShuT, de Caxias do Sul, na serra gaúcha, introduziu na cena o “folk montanhês” com seu segundo disco. Por fim, o sempre genial Diego de Moraes, rebatizado Waldi, e o comparsa Redson, reinventaram as duplas caipiras em versão “indie” com o disco lançado em 2013

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 5
Nova Manhã (clássicos & raridades do folk rock)


1.Bad Folks - Impossible (PR)
2.Bob Shut – II (RS)
3.Charme Chulo – Charme Chulo (PR)
4.Continental Combo – Continental Combo (SP)
5.Cowboys Espirituais – Cowboys Espirituais (RS)
6.Dead Lovers Twisted Heart – DLTH (BH)
7.Fabulous Bandits - Chumbo Grosso (PR)
8.Judas – Nonada (DF)
9.Koti e Os Penitentes – Caído na Sarjeta (PR)
10.Matuto Moderno – 5 (SP)
11.Motormama – Carne de Pescoço (SP)
12.Os Pistoleiros – Os Pistoleiros (SC)
13.Pedrinho Grana & Os Trocados - ST (DF)
14.Sestine – Carros Fantasma + As Engrenagens (DF)
15.Vanguart - Vanguart (MT)
16.Waldi & Redson – Waldi & Redson (GO)

Bônus

17.Os Irmaõs Carrilho – No tempo que passou (single)  (PR)


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Operações submarinas, clássicos do instro-surf


da Redação

A surf music, em especial, e o rock instrumental independente tiveram seu grande momento nessa década passada. Inspirados em heróis clássicos e também em brasileiros sixties, muitos grupos ganharam os palcos dos festivais com suas guitarras flamejantes, especialmente do Primeiro Campeonato de Surf, em Belo Horizonte. Em seus 15 anos, Senhor F selecionou 15 títulos que achamos os mais legais e importantes dessa geração.

Entre eles, os pioneiros Os Argonautas, donos de um dos melhores discos do gêneros já gravados no Brasil – formada pelo grande guitarrista Marcelo Moreira, mais Régis Sam, Gustavo Dreher e Rodrigo Rosa. Deles, a música Maré Vermelha foi trilha do programa Senhor F - A História Secreta do Rock Brasileiro, na Usina do Som, entre 2011 e 2002. Também pioneiros, Os Ostras foram importantes para abrir caminho para grupos se aventurarem por essa vertente musical. Ainda, é importante destacar os cariocas Netunos e os catarinenses Cochabambas! e Ambervisions, com registros do início da década passada.

A seleção ainda traz clássicos como os Autoramas, Gasolines, Estrume’n’tal e The Dead Rocks, responsáveis por grandes discos. Outros destaques da lista são raridades como os grupos Limbonautas, de Curitiba, The Surf Mother Fuckers, de Belo Horizonte, e o gaúcho Marcelo Campos Moreira, em disco solo, com participação especial de integrantes do grupo Cachorro Grande.

Objetos ainda chamados discos
1º catálogo de CDs independentes da geração pós-internet (1998-2013)
Volume 4
Operações submarinas (clássicos & raridades do instro-surf)


1. Autoramas – Teletransporte (RJ) Mondo 77
2. Búfalos d’Água – Farewell to shore (PR) Independente
3. Camarones Orquestra Guitarrística - Camarones Orquestra Guitarrística (RN) DoSol
4. Cochabambas! – Máquinas quentes a todo vapor ... (cassete) (SC) Migué Records
5. Estrume’n’tal – Surfme'n'tal (MG) Golly Gee Recrods
6. Gasolines – Pura veneta (SP) Baratos Afins
7. Go! – Aventura sob o céu (RJ) Navena Muzik
8. Limbonautas – Rendam-se humanos (PR) Bloody Records
9.Marcelo Campos Moreira – Marcelo Campos Moreira (RS) Independente
10. Netunos - Alto Mar (RJ) Independente
11. Os Ambervisions – Bons momentos não morrem jamais (SC) Migué Records/Monstro Discos
12. Os Argonautas – Os Argonautas (RS) Argo Discos
13. Os Ostras – Operação submarina (SP) Excelente Discos/Abril Music
14.Reverba Trio - Reverba Trio (RS)
15. Super Stereo Surf – Antes do baile (DF) Monstro Discos
16.Surfadelica - Surfing on the desertshore (SP) Psices Records
17. The Dead Rocks – International Brazilian Surfs (SP) Monstro Discos
18. The Surf Mother Fuckers – Solano star (MG) Independente
19.Xevi 50 - Ensaio (SC) Inidependente

Bônus

17. Reverb Brasil – Uma coleção de bandas de surfe Alvo/Rveber Brasil/Obra Discos
18. Brazilian Surf – The atack of the tiki waves vol 1 Groove Records (PT)
19. Beach Combers - Beach Combers (EP)

(na foto: Estrume’n’tal)


/Noite


Seu guarda, entenda, estou indo para uma Noite Senhor F


por Fernando Rosa

A Noite Senhor F tem uma série de histórias loucas, comuns, divertidas, mas todas reais. Uma delas tem a ver com a sua importância cultural para a cidade de Brasília, naquele momento. E foi contada recentemente pelo próprio personagem. Como na maioria das histórias, vamos preservar seus nomes.

Naquela época, primeira metade dos anos dois mil, Brasilia começava a caretear de vez. Primeiro, inventaram uma tal de "lei seca", que obrigava a gente a acabar as Noites até 2h30. Se passasse desse horário, a blitz da fiscalização batia e podia fechar a casa, em nosso caso o Gate's Pub.

Também começavam a funcionar com mais intensidade as blitz de rua, como forma de reprimir a livre circulação noturna na cidade. Pois numa dessas blitz, o nosso amigo personagem acabou sendo barrado pelos policiais. Ao que apelou com um argumento, para ele, convincente.

- Seu guarda, entenda, estou indo para uma Noite Senhor F.

(Ou algo mais ou menos assim) 


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Banda Frida grava nos Estados Unidos


da  Redação

A banda Frida é um dos nomes convidados pela Converse para gravar em seus estúdios associados ao redor do mundo - o quarteto grava no estúdio Rubber Tracks, em Boston, nos Estados Unidos. Natural de Gravatai, Frida foi selecionada junto com outras bandas brasileiras pela plataforma WorldWide, de abrangência mundial. Ao todo nove mil artistas de todo o mundo se inscreveram para concorrer ao prêmio. Também gaúcha, a banda Motor City Madness vai gravar nos Studios 301, em Sydney, Austrália.

Segundo a divulgação do projeto, o WorldWide promove um intercâmbio mundial entre bandas e os doze maiores estúdios de música do mundo. Os artistas convidados ganham tempo de gravação nos estúdio, além de todas as despesas pagas. Totalmente equipada com os melhores instrumentos e equipamentos fornecidos pela Guitar Center, parcerio da Converse Rubber Tracks, os artistas dedicam-se a criar suas músicas, e no final retêm todos os direitos sobre elas. Frida entra em estúdio nos próximos dias 18 e 19 e setembro. Converse Inc., com sede em Boston, Massachusetts, é uma subsidiária da NIKE. Inc.

A Frida é uma banda formada por Sandro Silveira (guitarra e voz), Andriel Cimino (guitarra), Vinicius Braga (baixo) e Luis Mausolff (bateria). Circulando pelo Rio Grande do Sul em festivais e eventos como El Mapa de Todos, Noite Senhor F, Morrostock, Rock na Praça e Acid Rock, a Frida é apontada no circuito independente e em diferentes veículos como uma das revelações do novo rock feito no Brasil. O primeiro álbum completo do grupo – gravado no estúdio Mubemol, em Porto Alegre, sob a produção de Iuri Freiberger – foi lançado em março, em uma parceria entre os selos The Southern Crown e Senhor F.

Os doze estúdios são Abbey Road Studios em Londres, Inglaterra; Sunset Sound, em Los Angeles, Califórnia; Hansa Tonstudio, em Berlim, Alemanha; Tuff Gong, em Kingston, Jamaica; Greenhouse Studios, em Reykjavik, na Islândia; Warehouse, em Vancouver, Canadá; Avast Recording Co., em Seattle, Washington; Stankonia em Atlanta, Geórgia; Studios 301 em Sydney, Austrália; Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, Brasil; o original estúdio permanente Converse Rubber Tracks Studios no Brooklyn, Nova York, além do recentemente inaugurado em Boston, Massachusetts, em Lovejoy Wharf.


 


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Evento no Sul avança conceito independente


da Redação

Hoje, em Porto Alegre, tem mais uma Noite Senhor F, com shows das bandas Frida e Fire Departament Club, a primeira de Gravatai, na região metropolitana, e a segunda da capital gaúcha. O evento marca três lançamentos importantes para a cena independente gaúcha: o disco de estréia da banda Frida, a empresa Gramo e o EP do Fire Departament. Os shows acontecem no Beco da Cidade Baixa, a partir das 20 horas, com ingressos a R$ 15,00 com nome na lista e R$ 20,00 na hora.

O disco de estréia da banda Frida, saudado nos principais sites e blogs musicais do país como um dos lançamentos do ano, assinala um momento de renovação da música gaúcha. Natural de Gravatai, o quarteto traz para a cena independente a qualidade autoral e instrumental, em canções perfeitas e emocionantes. O disco, com produção de Iuri Freiberger, é um lançamento da parceria entre os selos Senhor F Discos,que completa 20 trabalhos editados, e The Southern Crown, selo e produtora local.

A banda Frida tem uma trajetória construída com muito trabalho, circulação pelo estado, onde conta um público fiel em muitas cidades do interior. Em 2013, participou da Noite Senhor F e foi um dos destaques do Festival El Mapa de Todos, dividindo o palco com os argentinos Valle de Muñecas e os uruguaios La Vela Puerca. Em 2014 foi destaque do portal britânico Independent Music News como uma das dez bandas brasileiras mais promissoras.

Também gaúcha, mas de Porto Alegre, a banda The Fire Departament é outra promessa da nova cena local, mas mirando no exterior. Em março, a banda lançou seu novo EP Best Intuition, dispobilizado nas principais plataformas mundiais, como iTunes, Spotify, e Deezer, entre outras. Produzido por Luc Silveira, o EP destaca o tema “Pitfall” que vem acompanhada de um lyric-video criado pela BC Motion.

Gramo

“Gramo” é uma empresa de consultoria de carreiras e desenvolvimento de produtos para o mercado fonográfico brasileiro e internacional, informa seu mentor e diretor, o produtor Iuri Freiberger. “A lógica é a do ganha-ganha. Tanto para artistas entry-level ou que estejam rearranjando suas carreiras. E claro, para todos os envolvidos com a música”, diz ele. Com o produtor musical Iuri Freiberger à frente, a ideia do Gramo é combinar talentos e experiências no mercado fonográfico através de um hub de serviços colaborativos.

http://firedepartmentclub.com/
https://soundcloud.com/frida_tv
http://gramo.cc/




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Festival promove circulação e exporta nova música gaúcha


da Redação

Tomando emprestada expressão do Secretário de Cultura do RS, Victor Hugo, que foi ao evento, “a casa pulsou” música e cultura naqueles dois dias de festival. A casa em questão é a Casa de Cultura Mário Quintana, mais exatamente o Teatro Bruno Kiefer, onde aconteceram os shows. O evento, no caso, o Festival Noite Senhor F, que promove a circulação de novos artistas pelo estado do Rio Grande do Sul. Resultado do edital Movida Cultural, e organizado pela Produtora Senhor F, o projeto conta com apoio da Secretaria Estadual de Cultura.

“O festival é um marco na história da música gaúcha, pelo fato de reunir um expressivo recorte da nova música produzida no estado, em condições excelentes de palco, som e luz e público”. A observação é do produtor Fernando Rosa, responsável pelo projeto, ao lado dos produtores Thiago Piccoli e Brisa Daitx. De fato, os shows que começaram pontualmente às 16 horas, em número de sete por dia, foram um marco na carreira dos artistas que pisaram no palco e conquistaram o público, que lotou a casa desde a primeira apresentação.

Participam do projeto os artistas Similares (Bagé), Zudizilla (Pelotas), Bob Shut (Caxias do Sul), Jéf (Três Coroas), Sorry Shop (Rio Grande), Velocetts (Farroupilha), General Bonimores (Passo Fundo), Orlando Garcia & Los Coyotes (São Borja), Calvin (Santa Cruz), Rinoceronte (Santa Maria), Frida (Gravataí) e Ana Muniz (Porto Alegre). Desde novembro, os artistas e bandas circularam pelo estado, em shows acompanhados de palestras e debates sobre o novo cenário musical do estado e do país, e o posicionamento diante dessa nova realidade.

Cada um à sua maneira, os jovens artistas mostraram uma qualidade surpreendente para quem compareceu ao evento. “Com um representante de Porto Alegre, e os demais do interior do estado, o festival cumpriu um importante papel de destacar a existência de uma forte produção além da capital”, destacou Fernando Rosa, que também apresentou o evento. Antes do festival, os artistas apresentaram-se em suas cidades e também em uma segunda cidade. O festival ainda contou com dois shows especiais com o grupo The Outs no sábado e Ian Ramil no domingo. Neste mês, ainda ocorreram mais dois eventos, em São Borja e Farroupilha.

Além de promover a circulação interna no estado, o festival em particular serviu para mostrar a nova produção para produtores de festivais independentes especialmente convidados pela organização. Nos dois dias do evento, na ante-sala do próprio teatro, foram realizadas reuniões abertas com os produtores e abertas aos demais artistas e produtores do estado. Nos encontros, ocorreram trocas de informações sobre cada um dos eventos e também aproximação informal entre os produtores dos festivais convidados e os artistas.

Estiveram presentes no evento os produtores Paulo André (Abril Pro Rock – Recife), Antonio Gutierrez (RecBeat – Recife), Guilherme Pereira (Goiânia Noise – Goiânia), Marcelo Damaso (Se Rasgum – Belém), Gustavo Sá – (Porão do Rock – Brasília), Marcelo Domingues - (Demosul – Londrina), Guilherme Zimmer (Floripa Noise – Florianópolis), Beto Vizotto (Paraíso do Rock - Paraíso do Norte), Pablo Hierro (Music is My Girlfriend – Buenos Aires, Argentina) e Nicolas Molina (Las Palmeiras Festival del Sonido - Águas Dulces, Uruguai).

Veja as fotos do festival, de autoria de Thiago Lázeri - http://goo.gl/pHXpfT

 


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Calvin lança EP Café em Santa Cruz


por Fernando Rosa

Uma nova geração de cantores e compositores surgiu com força no Rio Grande do Sul nestes últimos tempos. Alguns nomes já se afirmaram na cena independente. Ian Ramil foi o primeiro a ocupar seu espaço na cena musical. No ano passado, de Três Coroas, Jéf lançou o disco Leve, um clássico da nova geração. A cantora e compositora portoalegrense Ana Muniz é outro nome de cresce junto ao público.

De Santa Cruz, chega um novo nome, Calvin, munido de belas canções. Ele acaba de lançar o EP “Café”, que traz ainda Ancore, Poesia dos Amores Dormidos e Chuva. “Café” é um hit que deve marcar essa geração, mesmo que as rádios insistam em ignorar a nova produção. As outras três canções não deixam por menos em qualidade autoral, tanto musical, quanto poética.

Acompanhado de uma ótima banda, Calvin integrou o projeto Noite Senhor F – Conexão RS Independente. Apresentou-se em sua cidade, em Bagé, e por fim em Porto Alegre, no Festival Noite Senhor F. Em todas as ocasiões conquistou o público com suas melodias pop, diretas e assoviáveis. No dia 7 de março, ele lança o EP em show em Santa Cruz, no Espaço Camarim.


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Noite Senhor F promove circulação e mostra de novos artistas gaúchos


da Redação

Neste sábado, em Três Coroas, com shows de Jéf e da banda Similares, no Centro Cultural da cidade, a partir das 19 horas, o projeto Noite Senhor F – Conexão RS Independente encerra a primeira etapa da iniciativa. Durantes três meses, a iniciativa promoveu a circulação de doze artistas por suas cidades, em apresentações musicais, acompanhadas de palestras sobre a nova cena independente do estado. O projeto de circulação Noite Senhor F – RS Independente, tem patrocínio da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul – Procultura.

Nos próximos dias 21 e 22 de fevereiro, o Festival Noite Senhor F completa o projeto, com os dozes artistas reunidos no palco do Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre. Além das apresentações das bandas do projeto, haverá dois shows especiais com o grupo The Outs no sábado e Ian Ramil no domingo. O grupo carioca foi o segundo colocado no prêmio Breakout Brasil. Ian Ramil acaba de lançar seu disco de estréia.

O evento ainda contará com as presenças de oito produtores de importantes festivais brasileiros, e dois representantes de festivais do Uruguai e da Argentina. Com os shows e a presença dos convidados, o projeto pretende aproximar os novos artistas gaúchos dos programadores de festivais. Para Fernando Rosa, “além de promover a circulação interna, é importante também mostrar a nova produção gaúcha para os produtores de festivais dos demais estados do país e do Mercosul”.

O festivais e seus respectivos representes são: Paulo André (Abril Pro Rock – Recife), Antonio Gutierrez (RecBeat – Recife), Guilherme Pereira (Goiânia Noise – Goiânia), Marcelo Damaso (Se Rasgum – Belém), Gustavo Sá (Porão do Rock – Brasília), Marcelo Domingues (Demosul – Londrina), Guilherme Zimmer (Floripa Noise – Florianópolis), Beto Vizotto (Paraíso do Rock - Paraíso do Norte), Pablo Hierro (Music is My Girlfriend – Buenos Aires, Argentina) e Nicolas Molina (Las Palmeiras Festival del Sonido - Águas Dulces, Uruguai).

Programação do Festival

21 de fevereiro - sábado

Velocetts (Farroupilha)
Zudizilla (Pelotas)
Rinoceronte (Santa Maria)
Calvin (Santa Cruz do Sul)
Ana Muniz (Porto Alegre)
Frida (Gravataí)
The Outs (RJ)

22 de fevereiro – domingo

Orlando Garcia & Los Coyotes (São Borja)
The Sorry Shop (Rio Grande)
Bob Shut (Caxias do Sul)
Similares (Bagé)
General Bonimores (Passo Fundo)
Jéf (Três Coroas)
Ian Ramil (RS)

Serviço

Dias 21 e 22 de fevereiro de 2015
16 horas
Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mário Quintana
Entrada Franca










* Assista outros vídeos de apresentação do projeto: https://www.youtube.com/user/NoiteSenhorF

 


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Carro de Passeio, o novo rock gaúcho


por Fernando Rosa

A bordo de um ótimo EP lançado em 2014, a banda Carro de Passeio credenciou-se junto à novíssima cena musical do Rio Grande Sul. Natural de Santa Maria, terra do festival Macondo Circus, a banda foi formada no final de 2013, pela “junção de amigos”. “O EP Es-Passo é o primeiro registro da banda, gravado no inverno de 2014, com produção da própria banda e técnica de André Boaz”, segundo eles.

O EP traz uma sonoridade moderna, distante do que normalmente espera-se do que chamam “rock gaúcho”. “A influência da banda passeia por Pixies, Sonic Youth, El Mató a un Policía Motorizado, The Smiths e tantas outras bandas e músicos que inconscientemente acabam influenciando no nosso som”, dizem. A banda é formada por Matheus Genro Bueno e Guilherme Brum nos vocais e guitarras, Mariana Kussler no baixo e Vinício Möller na bateria.

Com o EP circulando pela rede – ouçam abaixo -, agora a banda planeja tentar girar ao máximo tocando e divulgando o trabalho. “Mais um clipezinho vai rolar, lançamos um vídeo de Inverno recentemente e estamos engajados em produzir mais registros visuais”. Segundo eles, um disco cheio também está nos planos de 2015, o que vai exigir mais dedicação. A circulação inclui a participação em festivais estaduais e mesmo nacional, também faz parte dos planos da banda.




 


/Noite


Em Bagé, Noite Senhor F reúne Similares e Calvin


da Redação

Neste próximo domingo, em Bagé, no Complexo Cutural Dom Diogo, às 20 horas, acontece o primeiro evento do projeto Noite Senhor F – Conexão RS Independente do ano. Desta vez, com apresentações do cantor e compositor Calvin e da banda Similares - Calvin é natural de Santa Cruz e Similares de Bagé. Além dos shows, haverá palestra e debates sobre a atual cena musical com o jornalista e produtor Fernando Rosa. O projeto é uma realização da Produtora Senhor F, com apresentação e patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura e Pro-Cultura RS.

Ainda com eventos por acontecer em várias cidades do interior do Rio Grande do Sul, o projeto conta com a primeira edição do Senhor Festival, em Porto Alegre, reunindo todos os artistas da circulação, além de headliners convidados, com shows especiais, voltados para curadores e produtores de festivais de fora do estado. A organização do evento já convidou produtores e curadores de festivais nacionais e latinoamericanos para conhecerem de perto, e ao vivo, a nova produção local.

No último 20 de dezembro, em Pelotas, aconteceu a última etapa do ano do projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente. No palco do Galpão Satolep, o anfitrião Zudizilla e os convidados General Bonimores de Passo Fundo e Velocetts de Farroupilha foram os destaques da edição. O evento contou com a participação do músico Frank Jorge, que palestrou sobre o momento atual da cena musical.

O projeto já passou por Gravatai, Caxias do Sul, Santa Cruz, Santa Maria e Rio Grande - com os artistas e grupos Frida, Calvin, Ana Muniz, Bob Shut, Jéf, e The Sorry Shop. O projeto inclui os artistas Similares (Bagé), Zudizilla (Pelotas), Bob Shut (Caxias do Sul), Jéf (Três Coroas), Sorry Shop (Rio Grande), Velocetts (Farroupilha), General Bonimores (Passo Fundo), Johnny Chivas (São Borja), Calvin (Santa Cruz), Rinoceronte (Santa Maria), Frida (Gravataí) e Ana Muniz (Porto Alegre).







+ Veja registros no projeto no Youtube:

- www.facebook.com/noitesenhorf 


/Noite


Projeto Noite Senhor F fecha 2014 com sucesso


da Redação

Neste último sábado, 20 de dezembro, em Pelotas, aconteceu a última etapa do ano do projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente. No palco do Galpão Satolep, o anfitrião Zudizilla e os convidados General Bonimores de Passo Fundo e Velocetts de Farroupilha foram os destaques da edição. O evento contou com a participação do músico Frank Jorge, que palestrou sobre o momento atual da cena musical.

Esta foi a sexta etapa do projeto, que já passou por Gravatai, Caxias do Sul, Santa Cruz, Santa Maria e Rio Grande - com os artistas e grupos Frida, Calvin, Ana Muniz, Bob Shut, Jéf, e The Sorry Shop. Em janeiro e fevereiro o projeto continua, seguindo para as demais cidades incluidas no projeto.

O projeto inclui os artistas Similares (Bagé), Zudizilla (Pelotas), Bob Shut (Caxias do Sul), Jéf (Três Coroas), Sorry Shop (Rio Grande), Velocetts (Farroupilha), General Bonimores (Passo Fundo), Johnny Chivas (São Borja), Calvin (Santa Cruz), Rinoceronte (Santa Maria), Frida (Gravataí) e Ana Muniz (Porto Alegre).

Ao final do projeto, um festival vai reunir todos os artistas da circulação, para a realização de shows especiais, abertos ao público e também voltados para curadores convidados. A organização do evento já convidou produtores e curadores de festivais nacionais e latinoamericanos para conhecerem de perto, e ao vivo, a nova produção local.

- www.facebook.com/noitesenhorf
 


/Noite


Em Santa Cruz, Calvin e Ana Muniz celebram nova música jovem gaúcha


da Redação

A cidade de Santa Cruz do Sul, cerca de 2 horas de Porto Alegre, foi sede da terceira etapa do projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente. O projeto premiado em primeiro lugar no edital Movida Cultural, da ProCultura RS, tem patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado. No Espaço Camarim, no centro da cidade, o evento reuniu os artistas Calvin, de Santa Cruz, e Ana Muniz, de Porto Alegre.

Os shows confirmaram o acerto do projeto que busca promover e dar visibilidade para a produção musical jovem do Rio Grande do Sul, além da capital. Ana Muniz, de 17 anos, primeira a se apresentar, confirmou a exuberância de sua música, tanto como compositora, quanto intérprete. Acompanhado de uma ótima banda, Calvin mostrou seu talento de compositor pop, com um repertório de ótimas e bem resolvidas canções.

Ajudados por um ambiente perfeito, o Espaço Camarim, os dois artistas interagiram com o público presente, em grande número e atento aos shows. A cada canção, os dois foram sendo aplaudidos mais intensamente, até serem ovacionados de pé, ao final das respectivas apresentações. No encerramento, celebrando o espírito do projeto, os dois artistas e bandas subiram juntos no palco para receber os aplausos finais e selar o sucesso do evento.

Na semana passada, em sua segunda edição, o projeto reuniu em Caxias do Sul o grupo local Bob Shut e o cantor e compositor Jéf, de Três Coroas. Os dois foram destaque na última edição do Festival El Mapa de Todos, realizado em Porto Alegre, com participação de artistas latinos. Jéf é finalista do programa Breakout Brasil, promovido pelo Canal Sony, que premiará o vencedor com a gravação de um disco.

O projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente iniciou no dia 8 de novembro, com shows do grupo Frida, de Gravatai, e dos rapers Zudizilla, de Pelotas - no Sesc de Gravatai. Ao final da circulação interna será realizado um festival com os artistas do projeto, com presença de curadores convidados de festivais independentes do Brasil e de países latinos. Aguardem a informação sobre a data e o local do festival, que ocorrerá em Porto Alegre, em fevereiro.


/Noite


Nova edição da Noite Senhor F, com Calvin e Ana Muniz, em Santa Cruz


da Redação

Neste sábado, 29 de novembro, acontece a terceira etapa do projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente, que tem patrocínio do ProCultura-RS, da Secretaria de Estado da Cultura. Com shows de Calvin e Ana Muniz, o evento ocorre em Santa Cruz do Sul, no Espaço Camarim, às 20 horas. Calvin, de Santa Cruz e Ana Muniz, de Porto Alegre, são dois jovens e destacados artistas da nova música gaúcha.

Na semana passada, em sua segunda edição, o projeto reuniu em Caxias do Sul o grupo local Bob Shut e o cantor e compositor Jéf, de Três Coroas. Os dois foram destaque na última edição do Festival El Mapa de Todos, realizado em Porto Alegre, com participação de artistas latinos. Jéf é finalista do programa Breakout Brasil, promovido pelo Canal Sony, que premiará o vencedor com a gravação de um disco.

O projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente iniciou no dia 8 de novembro, com shows do grupo Frida, de Gravatai, e dos rapers Zudizilla, de Pelotas - no Sesc de Gravatai. O projeto tem por objetivo conectar a nova produção musical do estado, que vem crescendo em vários pontos distantes da capital. Ao final da circulação interna será realizado um festival com os artistas do projeto, com presença de curadores convidados de festivais independentes do Brasil e de países latinos. 

* Na foto, Calvin e o cantor e compositor uruguaio Franny Glass.


/Noite


Frida e Zudizilla abrem, em Gravataí, Noite Senhor F - Conexão RS


da Redação

As bandas Frida e Zudizilla realizam em Gravatai, no sábado, dia 8 de noovembro, o primeiro show do projeto Noite Senhor F - Conexão RS. Frida de Gravatai e Zudizilla de Pelotas promovem o encontro de diferentes regiões e também de gêneros musicais. A anfitriã é uma das bandas de rock & pop revelação do Rio Grande Sul, enquanto Zudilla traz o hip pop com influências reigonais.

O projeto Noite Senhor F - Conexão RS Independente foi aprovado em 1º lugar, em sua categoria, no edital Movida Cultural, promovido pelo FAC/Sedac-RS, em parceria com a Petrobras.O projeto realizará 12 eventos em diferentes cidades do interior do estado, incluindo também Porto Alegre, além de seminários voltados para a qualificação de produtores locais.
 

Participam do projeto os seguinte artistas, que realizarão shows em suas cidades, e em outra cidade do estado, entre os meses de novembro de fevereiro:

- Similares (Bagé),
- Zudizilla (Pelotas),
- Bob Shut (Caxias do Sul),
- Jéf (Três Coroas),
- Sorry Shop (Rio Grande),
- Velocetts (Farroupilha),
- General Bonimores (Passo Fundo),
- Johnny Chivas (São Borja),
- Calvin (Santa Cruz),
- Rinoceronte (Santa Maria),
- Frida (Gravataí),
- Ana Muniz (Porto Alegre).

No final de fevereiro, o evento culmina com um festival-mostra com todas as bandas, e presença de curadores convidados de festivais independentes do Brasil e da América Latina. Além disso, haverá um workshop com palestrantes locais destinado a mostrar a história da música, em especial da história e da evolução da música jovem do estado.


/Noite


Noite Senhor F: espaço e referência para as novas gerações


por Fernando Rosa

A última Noite Senhor F reafirmou o compromisso do evento com a renovação da cena e com a formação de público em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul e sede do festival El Mapa de Todos. No palco, as bandas Fire Department Club, Frida e Dévil Évil justificaram os comentários sobre o acerto da curadoria. Cada banda em sua onda, foram três shows dignos de qualquer grande festival em qualquer estado do Brasil.

Em especial, a 1ª Noite do ano destacou a banda Frida que, além de um belo show, mostrou a força de sua música na platéia. Ou seja, um bom número de fans de Gravatai, sua cidade natal, na Região Metropolitana, Cachoeirinha e Porto Alegre, cantando todas as músicas. Uma boa surpresa para quem não conhecia a banda e se perguntava “o que era aquilo?”.

Um fato que se repetiu ao longo dos mais de 10 anos de realização do evento, inicialmente em Brasília, entre 2001 e 2008, e desde 2011 em Porto Alegre. Nesse período, passaram pela Noite Senhor F artistas como Vanguart, em seu primeiro show fora de Cuiabá, Cachorro Grande, Faichecleres, Autoramas, La Pupuña, Phonopop, Superguidis, Los Porongas e tantos outros (veja a lista na página do evento, no menu acima).

Assim, humildemente, a Noite Senhor F, em parceria com o Opinião, dá mais um importante passo para tornar-se referência de produção musical jovem e ponto de encontro das novas gerações. Um papel que custa esforço de produção, respeito pelos artistas e bandas e, principalmente, pelo público que comparece no Opinião. E, claro, ouvir muita música, ver vídeos e ir a shows, o que não é trabalho, é diversão e prazer. 

(na foto: Frida p/Belisa Giorgis).






El Mapa de Todos - 7ª edição

/Festival


El Mapa de Todos #8: resistência cultural


Da Redação

O Festival El Mapa de Todos realiza sua 8ª edição nos próximos dias 7 e 8 de maio, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Em sua 8ª edição, o festival celebra a resistência cultural e musical, fortalecendo os vínculos com a região do Pampa e com as modernas e diferentes expressões musicais locais, do Brasil e do Cone Sul.

Nesta edição, o festival foi contemplado no edital #juntospelacultura_2, da Secretaria de Estado da Cultura, e será realizado com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul por meio do Pró-cultura RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura. O festival é organizado pela Produtora Musical Senhor F, que atua editorialmente na cena independente desde 1998.

Os artistas convidados do festival reafirmam o compromisso da curadoria e da organização do evento com o fortalecimento da cultural e da música do RS, do Pampa e da América Latina no contexto iberoamericano.

A presença de Gilberto Monteiro e de Paola Kirst & Kiai Grupo trazem o clássico e o moderno da música do Rio Grande do Sul para o palco do Festival.

Sofia Viola e Cuarteto Ricacosa a atualização da música do Prata em suas formas modernas de releitura da milonga, do chamamé e outros gêneros.

Tuyo e Keila, a mais moderna e universal música produzida no Brasil atualmente.

ARTISTAS CONVIDADOS


Para a 8ª edição estão programados seis apresentações, três por noite, distribuídas da seguinte forma:


- no dia 7, terça-feira:

20h00 - Paola Kirst & Kiai Grupo (Brasil/RS),

21h00 - Cuarteto Ricacosa (Uruguai),

22h00 - Gilberto Monteiro (Brasil/RS).
 

- no dia 8, quarta-feira:

20h00 - Sofia Viola (Argentina),

21h00 - Keila (Brasil/PA),

22h00 - Tuyo (Brasil/PR).

A cantora e compositora Paola Kirst é ganhadora do Prêmio Açorianos de 2019 como revelação da música do Rio Grande do Sul. O uruguaio Cuarteto Ricacosa é um dos destaques da música do Prata com sua releitura da música tradicional da região. O gaúcho Gilberto Monteiro é um dos gênios da gaita (sanfona) gaúcha e brasileira.

A cantora argentina Sofia Viola é uma das mais destacadas cantautoras da nova geração sulamericana de autoras e cantoras femininas. Natural do Pará, e egressa do grupo Gang do Eletro, Keila renova o tecnobrega e outras linguagens musicais do Pará. O grupo Tuyo, de Curitiba, é a grande revelação da música independente brasileira atual.

INGRESSOS

Os ingressos a preços populares estão à venda no site online e na bilheteria do Theatro São Pedro. Meiaentrada mediante 1 kg de alimento não perecível, 1 peça de roupa de inverno ou 1 livro.

Os shows começam às 20 horas.

https://vendas.teatrosaopedro.com.br/festival-el-mapa-de-todos-07

https://vendas.teatrosaopedro.com.br/festival-el-mapa-de-todos-08.

PALESTRAS

O festival contará com duas palestras, uma sobre o disco “Prá Ti, Guria”, de Gilberto Monteiro, lançado em 1987, e marco da integração da música do Pampa; e outra sobre os 40 anos da “Lambada”, com a história do gênero musical surgido no Norte do Brasil nos anos oitenta.

TRANSMISSÃO

O festival será transmitido ao vivo, com link compartilhado por parceiros da mídia iberoamericana, como Zona de Obras e REDPEM (Rede de Jornalistas Musicais Iberoamericanos), além de perfis de artistas e jornalistas latinos e brasileiros.

- Zona de Obras - www.zonadeobras.com

- REDEPEM - https://www.facebook.com/groups/redpem/


 


/Festival


El Mapa de Todos aprovado em edital da Sedac-RS


da Redação

O projeto para realização da oitava edição do festival El Mapa de Todos foi aprovado no edital #juntospelacultura_2", da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul. O El Mapa de Todos contava, desde sua segunda edição, com patrocínio da Petrobras, na condição de festival convidado. No final do ano passado, a Petrobras retirou o apoio aos festivais musicais, em especial os independentes. O festival ocorrerá ainda no segundo semestre em data a ser confirmada. 

Com apoio da SEDAC-RS, o principal festival brasileiro voltado para a integração latino-americana será realizado em 2008, mesmo que em condições mais modestas, segundo seus organizadores. O Festival El Mapa de Todos é realizado anualmente em Porto Alegre, desde sua segunda edição, em 2011. Nesse período, tornou-se a plataforma de conexão musical latina mais importante do Brasil, com reconhecimento em toda a América Latina.

O El Mapa de Todos é considerado um festival com a curadoria apurada, que contempla a história da música latina e, ao mesmo tempo, sintoniza a vanguarda da região. Pelo seu palco já passaram os principais artistas latinos da atualidade, como Bomba Estéreo e Los Pirañas (Colômbia), Bareto (Peru), Xoel López (Espanha), Gepe (Chile), Daniel Viglietti (Uruguai), Babasónicos (Argentina), Juan Cirerol (México), além dos brasileiros Francisco el hombre e Boogarins, entre outros.

“O festival El Mapa de Todos é conceitualmente muito importante para que a gente mantenha a cena local da América Latina viva. Para nós, foi um grande mérito fazer parte dele, pois conseguimos chegar ao Brasil com bastante força”, afirmou Gérman Cohen, do grupo argentino Onda Vaga, um dos destaques do festival em 2014, em entrevista ao jornal Correio do Povo, em outubro do ano passado.

Como resultado do festival, a circulação e o intercâmbio de artistas cresceu em grande escala, abrindo novos mercados para artistas latinos no Brasil e para brasileiros nos países vizinhos. Os gaúchos também ganharam com a plataforma, do que é melhor exemplo o grupo Yangos, de Caxias do Sul, que hoje leva a música gaúcha para o país e o exterior.

Ouça quem já tocou no festival:




/O FESTIVAL


Babasónicos, show memorável na 1ª edição do El Mapa de Todos


A banda Babasónicos realizou um dos shows mais inesquecíveis do festival El Mapa de Todos. Os argentinos apresentaram-se na primeira edição do festival, que ocorreu em Brasília, no Espaço Brasil Telecom. Como se estivem tocando para um ginásio lotado, o grupo levou o público presente literalmente ao delírio, como mostra o...


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/O FESTIVAL


El Mapa de Todos, conceito e qualidade em 2011


da Redação

“O que mais importa são as pessoas”, disse em um bom português Xoel López, músico da Galícia, Espanha, ao despedir-se do El Mapa de Todos, traduzindo o clima de integração musical, cultural e afetivo que marcou os três dias do festival, realizado nos dias 12, 13 e 14 na capital...


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/O FESTIVAL


Uruguaio Franny Glass conquista público gaúcho


O cantor e compositor uruguaio Franny Glass fez um dos shows mais aplaudidos do festival El Mapa de Todos. Com repertório baseado em seu terceiro disco, Podador Primaveral, ele conquistou o público gaúcho. Em vários momentos, o público ensaiou cantar junto as músicas.


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/O FESTIVAL


El Mapa de toda a América


por Paulo Finatto Jr. / Noize

No final de novembro, Porto Alegre sediou a quarta edição do festival El Mapa de Todos. Com o intuito de integrar a cena independente da América Latina, o evento levou para o palco do Opinião, pelo terceiro ano consecutivo, um apanhado do que surgiu de melhor nos últimos anos no Brasil e nos seus...


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/O FESTIVAL


Festival El Mapa de Todos, integrando a América Latina


da Redação

“En su quinta edición, El Mapa de Todos volvió a dejar claro en la ciudad brasileña de Porto Alegre que su apuesta por la integración no se detiene y es atrevida, reafirmándolo como un festival que celebra la diversidad sonora desde lo estético y reivindica el peso histórico de la...


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/O FESTIVAL


El Mapa de Todos no centro da integração


da Redação

Em sua sexta edição, o Festival El Mapa de Todos consolidou sua posição de vanguarda do processo de integração musical iberoamericana. Realizado pela Produtora Senhor F, com patrocínio-master da Petrobras, o festival confirmou seu papel de plataforma de intercâmbio regional. No palco, na...


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/O FESTIVAL


El Mapa De Todos: Latinoamérica se unió en Porto Alegre


por Claudio Kleiman

El Mapa de Todos, el festival que promueve la integración latinoamericana a través de la música, llegó a su 7ª edición, realizada en la ciudad gaúcha de Porto Alegre, capital de Rio Grande do Sul. En esta oportunidad, el lugar elegido fue el Theatro São Pedro, el más antiguo de la ciudad, un...


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Resenha