Fredi, da Comunidade: consolidar a integração



16 Outubro 2013

da Redação

O Comunidade Nin-Jitsu está na ativa desde os anos noventa e tem muita história para contar. Eles são considerados um dos percursores entre misturar o rock com funk carioca e serão responsáveis por fechar a primeira noite do El Mapa de Todos 2013.

Para entrar no clima do show, conversamos com o guitarrista Fredi Endres sobre as participações da banda em festivais e você confere agora.

Senhor F  - Qual é a parte mais legal de se tocar em um festival pra você?

Fredi Andres - Acho que é conviver com amizade e música com os integrantes das outras bandas, trocar informações e experiências. Também gosto de dar um rolê na geral e assistir aos shows dos companheiros. Todo festival é uma injeção de energia muito boa.

Senhor F - Como você vê a ideia de um festival que prega pela integração iberoamericana?

Fredi Andres - Acho ótimo. Porque o Brasil é um país enorme (dimenções continentais) dentro da America do Sul e não se une direito com os países que falam espanhol. Eu mesmo como DJ, fiz 40 gigs na Europa e 2 no Uruguai apenas, a Comunidade fez umas 12 no velho mundo e ironicamente nunca tocou pela América Latina. Essa integração precisa ser consolidada, temos uma cultura que abastece tendências no mundo todo. Estamos sempre alimentando os gringos de países ricos, que elegem o ritmo de país pobre da moda /da hora, dão a sua roupagem tecnológica e fazem dinheiro.

Senhor F - Vocês já tocaram em diversos festivais, qual a principal diferença entre tocar em um festival na sua própria cidade e fora?

Fredi Andres - A responsabilidade é maior por ter que fechar a noite que vocês tocam? Acho que é como jogar bola no pátio de casa, naturalidade , receptividade com os convidados de fora e mas fazer bonito. É responsa sim, e pensamos em agradar a ponto de fazer intercâmbios latinos no futuro. O fato de encerrar vai ser massa, porque curtiremos as bandas antes do nosso show e o Opinião é nosso lar, gravamos até o nosso DVD lá. Entraremos com tudo.

Senhor F - Tem alguma dica para as bandas e o pessoal que vem de fora para assistir o festival do que se pode fazer em Porto Alegre além dos shows?

Fredi Andres - Eu diria pros caras alugarem essa bikes de rua, andarem pelo gasômetro, beira do Guaíba ... O passeio clichê de POA é maravilhoso.

 

 

Onde:


Opinião (Rua José do Patrocínio, 834, Porto Alegre)

Quando:


26, 27 e 28 de novembro, a partir das 21h

Ingressos: 


Pista – 1º lote: R$ 20.

Pontos de venda:

Lojas Multisom:

Shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Moinhos, Total, BarraShopping Sul, Bourbon Ipiranga, Andradas 1001, Canoas Shopping, Bourbon São Leopoldo, Bourbon Novo Hamburgo e Bourbon Wallig.

Online:

www.opiniaoingressos.com.br






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