El Mapa de Todos no centro da integração



29 Abril 2016

da Redação

Em sua sexta edição, o Festival El Mapa de Todos consolidou sua posição de vanguarda do processo de integração musical iberoamericana. Realizado pela Produtora Senhor F, com patrocínio-master da Petrobras, o festival confirmou seu papel de plataforma de intercâmbio regional. No palco, na platéia e nos bastidores dos três dias de festival, o evento promoveu a troca de histórias, de informações e de afetos. Os onze shows, cada um a sua maneira, apresentaram novos sons ao público, emocionaram e fizeram dançar em vários momentos.

Para o jornalista Leonardo Vinhas, do portal Scream & Yell, o festival contou com "a escalação mais ousada até o momento". "Assistindo a todas as atrações, fica mais fácil entender o “todos” no nome do festival, já que ele não limita o gênero musical, muito menos o tipo de público que aparece por lá", escreveu Ingrid Flores, da revista Noize. "Não teve nenhuma atração que não valesse a pena conferir", completou a jornalista. "Ninguém ficou imune ao apelo integrador proclamado pelo festival", resumiu João Vicente Ribas, do site Pampurbana.

Nesta edição, o festival promoveu diversas mudanças, entre elas a opção por teatros, a presença de uma maior diversidade musical e o retorno aos três dias de eventos. Para o organizador e curador do festival, Fernando Rosa, "o festival definitivamente integrou-se à rede de articulação iberoamericana que fomenta a circulação na região". A presença de grupos de vários países no palco, de artistas e intelectuais como Jorge Drexler e Luis Fernando Veríssimo na platéia e de um público vibrante não deixam dúvidas sobre essa afirmação.

Quem já tocou no festival, por Deezer, o player oficial do festival.



* Fotos dos artistas e dos teatros por Paulo Capiotti; demais fotos de arquivo.






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